Plano de Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis no Brasil, 2011- 2022: quais metas foram alcançadas?

Autores/as

  • Deborah Carvalho Malta Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Escola de Enfermagem (EE), Departamento de Enfermagem MaternoInfantil e Saúde Pública (Demisp) – Belo Horizonte (MG), Brasil. https://orcid.org/0000-0002-8214-5734
  • Crizian Saar Gomes Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Faculdade de Medicina (FM), Programa de PósGraduação em Saúde Pública (PPGSP) – Belo Horizonte (MG), Brasil. https://orcid.org/0000-0001-6586-4561
  • Alanna Gomes da Silva Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Escola de Enfermagem (EE), Departamento de Enfermagem MaternoInfantil e Saúde Pública (Demisp) – Belo Horizonte (MG), Brasil.em Materno-infantil e Saúde Pública https://orcid.org/0000-0003-2587-5658
  • Évelin Angélica Herculano de Morais Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Escola de Enfermagem (EE), Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PPGE) – Belo Horizonte (MG), Brasil. https://orcid.org/0000-0003-0156-3449
  • Filipe Malta dos Santos Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais (FCMMG) – Belo Horizonte (MG), Brasil.
  • Guilherme Augusto Veloso Universidade Federal Fluminense (UFF), Instituto de Matemática e Estatística (IME) – Niterói (RJ), Brasil.
  • Otaliba Libanio de Morais Neto Universidade Federal de Goiás (UFG) – Goiânia (GO), Brasil. https://orcid.org/0000-0002-3786-318X

Palabras clave:

Indicadores de doenças crônicas., Desenvolvimento sustentável, Avaliação em saúde

Resumen

O Brasil firmou compromisso para a redução das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) mediante a implementação do Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das DCNT (2011–2022), que estabeleceu metas específicas de controle e prevenção. Objetivou-se avaliar o cumprimento das metas e projetar a redução da mortalidade por DCNT até 2030. Estudo avaliativo com dados provenientes da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para DCNT por Inquérito Telefônico e do estudo Carga Global de Doenças. Analisaram-se as taxas de mortalidade por DCNT e a prevalência de fatores de risco e proteção. Entre os indicadores monitorados, não foram atingidas as metas relativas à contenção do crescimento da obesidade (aumento de 15,1% em 2010 para 24,3% em 2023), à cobertura do exame preventivo de câncer do colo do útero (queda de 82,2% para 76,8%) e à redução da mortalidade por DCNT (queda anual média de apenas 1,4%). Todavia, observou-se aumento de 9,7% no consumo de frutas e hortaliças, com alcance das metas relativas à prática de atividade física, à redução do tabagismo e à realização de mamografias. As prevalências dos fatores de risco oscilaram ao longo do tempo, evidenciando a necessidade de monitoramento contínuo e ajustes nas estratégias de enfrentamento.

Publicado

2025-11-11

Cómo citar

1.
Carvalho Malta D, Gomes CS, da Silva AG, de Morais Évelin AH, dos Santos FM, Veloso GA, et al. Plano de Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis no Brasil, 2011- 2022: quais metas foram alcançadas?. Saúde Debate [Internet]. 11 de noviembre de 2025 [citado 14 de mayo de 2026];49(146 jul-set). Disponible en: https://revista.saudeemdebate.org.br/sed/article/view/10274

Número

Sección

Artículo Original

Declaración de datos

  • Los datos de investigación están incluidos en el propio manuscrito