Edições anteriores

  • Saúde em Debate
    v. 50 n. 150 jul-set (2026)

  • Saúde em Debate ‘Avaliação, análise e auditoria de políticas de saúde’ V. 50, N. ESP3, JUN 2026

    Avaliação, análise e auditoria de políticas de saúde
    v. 50 n. especial 3 jun (2026)

    Apresentação do número especial ‘Avaliação, análise e auditoria de políticas de saúde’: “Em sistemas universais e complexos como o SUS, é necessário entender como os problemas públicos são definidos, como as prioridades são estabelecidas, como os programas são implementados, quais efeitos produzem e de que modo podem ser corrigidos. É nesse plano que se afirma a articulação entre a análise de políticas, a avaliação e a auditoria. [...] É justamente na interseção desses três campos que se situa a relevância deste número especial da ‘Saúde em Debate’ [...]”.

    Temas abordados: mudanças institucionais e inovações na auditoria interna do SUS; participação social na regulação dos cigarros eletrônicos no Brasil; resposta do governo argentino à covid-19; auditoria interna governamental do Ministério da Saúde na governança dos hospitais e institutos federais do Rio de Janeiro; vigilância em saúde e saúde da população negra; medicamentos da atenção primária nas capitais brasileiras; auditoria no Relatório Anual de Gestão e no parecer do Conselho de Saúde; política oncológica e dependência; gastos em saúde no SUS; Auditoria interna do SUS no alcance da Agenda 2030; prioridade do Farmácia Popular conforme vulnerabilidade social e o Mais Médicos; Monitoramento e Avaliação na gestão estadual do SUS no Rio Grande do Sul; auditoria interna do SUS e o compromisso com a melhoria da qualidade e efetividade das políticas de saúde; governança e responsividade: implicações para o ambiente das políticas públicas; análise de políticas públicas: da racionalidade absoluta à centralidade das instituições; políticas públicas, complementaridade e transformação social; iniquidade em saúde para formulação, monitoramento e avaliação de políticas públicas; governança, avaliação, auditoria e controle da corrupção; Monitoramento e Avaliação (M&A) na atenção primária; nova política de atenção especializada: mudança no papel federativo do Ministério da Saúde?; Modelo de Capacidade de Auditoria Interna no DenaSUS/MS; monitoramento das recomendações de auditoria interna como indutor da transformação no SUS; resenha do livro ‘50 años de políticas de salud’ de Ginés González García; entrevista com Wesley Matheus da Silva sobre monitoramento e avaliação de políticas públicas no governo federal.

  • Saúde em Debate ‘Olhar da saúde coletiva e do SUS nos territórios do Cerrado’ V. 50, N. ESP2, MAIO 2026

    Olhar da saúde coletiva e do SUS nos territórios do Cerrado
    v. 50 n. especial 2 maio (2026)

    A segunda edição especial temática de 2026 da Saúde em Debate traz à tona o ‘Olhar da saúde coletiva e do SUS nos territórios do Cerrado’. Segundo os editores científicos “esta obra cumpre o papel de revelar uma lacuna crítica de conhecimento sobre o Cerrado, em especial sobre a articulação entre sociobiodiversidade e saúde, o que demanda urgência na formulação de políticas públicas que promovam a proteção e a valorização cultural do bioma. É imperativo ressignificar o efetivo direito à saúde e ao acesso ao SUS [...] Espera-se que o leitor encontre argumentos e evidências acerca da contribuição de uma abordagem sistêmica entre saúde e ambiente nas políticas públicas orientadas à transformação emancipatória e sustentável do Cerrado”.

    Reúne artigos com os seguintes temas: plantas medicinais em município do Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais; itinerário terapêutico e acesso à saúde em comunidades rurais do Cerrado goiano; autoatenção de raizeiros e raizeiras da Chapada do Araripe como resistência ao neoextrativismo; saúde indígena no Cerrado: os Inỹ Karajá em foco; soberania e segurança alimentar e nutricional na Terra Indígena Tirecatinga, Sapezal, Mato Grosso; poluição atmosférica por queimadas e incêndios florestais na Amazônia Legal e Cerrado setentrional no Brasil; sociobiodiversidade, saúde coletiva e inovação nos Cerrados; agrotóxicos no Cerrado; ecocídio, capitalismo e resistência quilombola em Cocalinho, Maranhão; Cerrado e políticas públicas em ambiente e saúde voltadas à proteção da sociobiodiversidade; desenvolvimento econômico no Cerrado: implicações para o meio ambiente e a saúde; violações de direitos e impactos à saúde: as violências contra os povos do Cerrado; repercussões da pecuária brasileira na saúde humana e ambiental; geografia da saúde: territórios em busca de profissionais que sabem-fazer com os pés no chão; agronegócio e saúde no Cerrado e na Amazônia; análise cienciométrica de Dipteryx alata Vogel (Fabaceae); Cerrado, sociobiodiversidade e saúde; impactos socioambientais e na saúde provocados por enchentes e ondas de calor no Brasil; promoção de territorialidades interculturais: itinerâncias pedagógicas no Cerrado; biodiversidade de carrapatos no bioma Cerrado e implicações na Saúde Única; raizeiras do Cerrado na universidade e a formação para o Sistema Único de Saúde; Cerrado: divulgação científica em saúde e ambiente com jogos e arte; desocultando resistências e lutas dos territórios vulnerabilizados no Cerrado.

  • Saúde em Debate
    v. 50 n. 149 abr-jun (2026)

  • Saúde em Debate ‘Políticas de saúde e proteção social para adolescentes e jovens’ V. 50, N. ESP1, FEV 2026

    Políticas de saúde e proteção social para adolescentes e jovens
    v. 50 n. especial 1 fev (2026)

    O primeiro número especial de 2026 da Saúde em Debate, ‘Políticas de saúde e proteção social para adolescentes e jovens’, “reúne autorias de diferentes instituições acadêmicas, de pesquisa e de gestão pública, que conceituam, analisam e fortalecem a agenda de proteção, cuidado e participação social de adolescentes e jovens no contexto das políticas públicas brasileiras. Os trabalhos dialogam com os desafios contemporâneos da organização das ações e serviços no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), enfatizando o papel dos Determinantes Sociais da Saúde (DSS), a centralidade da Atenção Primária à Saúde (APS) e a necessidade de ampliar os espaços de escuta, participação e protagonismo de adolescentes e jovens” (trecho da Apresentação da revista).

    Temas reunidos: pobreza multidimensional na adolescência no Brasil; cuidado como protetor para a saúde mental dos adolescentes; escuta acolhedora e produção de sentidos de adolescentes na relação com a escola; conhecimentos de adolescentes sobre serviços de saúde; profissionais de saúde no atendimento a adolescentes trans; culturas juvenis, saúde e arte: olhares a partir da perspectiva de jovens periféricos; marcadores de alimentação não saudável e fatores associados entre adolescentes escolares de Montes Claros (MG); uso de cigarros eletrônicos e outras drogas entre adolescentes; lesões autoprovocadas intencionalmente em adolescentes de Mato Grosso, Brasil; ‘Suicídio não é tema de sessão clínica!’: sobre tabus, peculiaridades e lacunas na formação médica pediátrica; lesões autoprovocadas intencionalmente em adolescentes residentes em um estado da Amazônia Legal; abandono do acompanhamento nutricional ambulatorial de crianças e adolescentes; sofrimento psíquico em Unidades de Acolhimento Institucional para adolescentes; a complementaridade dos ciclos de vida no desenvolvimento humano; adolescência em um mundo em transição acelerada: políticas do provisório quanto ao uso prejudicial de substâncias; Atenção Primária à Saúde na garantia do direito à saúde dos adolescentes no Brasil; tendência do suicídio no Brasil e a questão da adolescência; Violência sexual, gravidez e aborto na adolescência: realidade da sociedade brasileira; Oficina de Inovação Presencial da Caderneta Digital de Adolescentes; resenha do livro ‘Deaths of despair and the future of capitalism’; suicídio na adolescência: uma abordagem psicanalítica.

  • Saúde em Debate, V. 50, N. 148, JAN-MAR 2026

    Saúde em Debate
    v. 50 n. 148 jan-mar (2026)

    Editorial de abertura do primeiro número regular da ‘Saúde em Debate’ assinado pelo presidente do Cebes, Carlos Fidelis da Ponte: “Em setembro de 2026, o Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) completará 50 anos de existência e de lutas contínuas pela universalização do direito à saúde e pela garantia de condições de vida digna para todas as pessoas. [...] As comemorações [...] longe de se limitarem a celebrações institucionais, constituem momentos de reflexão crítica, reafirmação de princípios e renovação do compromisso militante com a construção de uma sociedade mais justa, solidária e democrática. Esse compromisso atravessa a história da revista ‘Saúde em Debate’, que, desde sua fundação, também há 50 anos, constitui-se como espaço privilegiado de reflexão crítica, produção de conhecimento e intervenção intelectual no campo da saúde coletiva”.

    Temas abordados: vitimização por bullying entre escolares brasileiros; vínculos trabalhistas e tempo de permanência dos profissionais da atenção primária no Brasil; Biodança no contexto das Práticas Integrativas e Complementares no Sistema Único de Saúde no Brasil; cuidado após tratamento dos cânceres de mama e de endométrio; óbitos maternos por covid-19 no estado do Pará; distribuição de oftalmologistas no Brasil em 2024; Programa Saúde na Escola; Desigualdade regional na odontologia pública no estado de São Paulo; riscos psicossociais na categoria de enfermagem em hospital privado; atenção em saúde mental de adolescentes usuários de drogas no atendimento socioeducativo; conhecimentos e atitudes de profissionais e gestores de saúde da atenção primária sobre o envelhecimento; mortalidade por câncer do colo do útero no estado do Paraná; controle de substâncias pela Anvisa; desigualdades de gênero na violência contra minorias sexuais no Brasil; mulheres trabalhadoras do assentamento Antônio Júlio; avaliação de formação na Atenção Primária à Saúde; financiamento federal da Atenção Primária à Saúde; avaliação da formação médica; implante subdérmico com etonogestrel no Sistema Único de Saúde.

  • Saúde em Debate v. 49, n. 147, out-dez, 2025

    Saúde em Debate
    v. 49 n. 147 out-dez (2025)

    ‘Inaep: a ética de elite influente em oposição à ética compartilhada com o controle social’, título do editorial que abre o último número regular de 2025 da ‘Saúde em Debate’. Trechos: “Com a publicação da Lei nº 14.874/2024, passamos a um período de ‘vazio legislativo’ a partir de agosto de 2024. A lei não falava sobre manter em vigência as normas do CNS nem sobre o que fazer com a Conep, que continuava funcionando e julgando, em média, mais 300 novos projetos de pesquisa por mês, recebendo dos CEP projetos sensíveis, multicêntricos, internacionais, e sobre populações consideradas em situação de vulnerabilidade, tais como indígenas, quilombolas e outros povos tradicionais. Como a lei não previa que a estrutura antiga não funcionaria mais, houve um período em que as portarias regulatórias anteriores poderiam ser juridicamente contestadas, bem como os pareceres que aprovavam ou desaprovavam novos projetos. Sem decreto federal e sem portaria ministerial, nada valia, tudo passava a inexistir do ponto de vista legal e jurídico [...] Sempre será possível corrigir e encontrar soluções legais, administrativas e políticas para os impasses no campo da saúde coletiva no Brasil. Desde 1976, o Cebes tem se posicionado em relação às questões organizativas, como foi o caso do Projeto Mais Médicos e, recentemente, do Projeto Agora Tem Especialistas, argumentando criticamente sobre as necessidades de corrigir aspectos legais, formais e políticos dessas grandes iniciativas estruturantes do SUS”.

    Temas abordados: Práticas Integrativas e Complementares na Atenção Primária à Saúde; saúde sexual e reprodutiva de mulheres em situação de violência conjugal; doenças crônicas na Atenção Primária à Saúde; cobertura de saúde bucal satisfatória entre municípios baianos; cuidado em saúde das mulheres em hospitais de ensino no Brasil; cuidados paliativos perinatais no Brasil; gestões abusivas, reestruturações e suicídios de trabalhadores; índices de gestão operacional e estratégica para Centros de Especialidades Odontológicas; regulação sanitária de produtos derivados de Cannabis autorizados para importação no Brasil; mobilização social e participação cidadã nos conselhos de saúde; mobilidade ativa como prática corporal promotora da saúde no contexto escolar; direito à saúde dos profissionais de saúde nos países da América Latina e do Caribe; papel das plataformas tecnológicas no Brasil como estratégia para preparação e resposta a pandemias; novo modelo de alocação de recursos federais da APS 2024; estudos de avaliação em promoção da saúde na atenção primária; fitoterapia na Atenção Primária à Saúde no Brasil; implicações das emendas parlamentares sobre a democracia, o pacto federativo e a saúde pública no Brasil; formação em medicina na Amazônia: experiências de movimentos estudantis para uma educação anticolonial e popular; entrevista com Luiz Carlos Fadel de Vasconcellos A utopia pode ser concreta.

  • Saúde em Debate v. 48, n. especial 2, ago,  - Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora como Direito Humano: rumo à 5ª CNSTT2025

    Saúde do Trabalhador como Direito Humano: rumo à 5ª CNSTT
    v. 49 n. especial 2 ago (2025)

    Apresentação assinada pelos editores convidados: “Este número especial da revista ‘Saúde em Debate’ é resultado de uma construção coletiva entre a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), por meio de seu Grupo Temático de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (GTSTT), e o Ministério da Saúde, por intermédio da Coordenação-Geral de Vigilância em Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (CGSAT), no compromisso de contribuir para a 5ª Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (5ª CNSTT). Com o tema ‘Saúde do Trabalhador como Direito Humano: rumo à 5ª CNSTT’, esta edição objetiva oferecer aos participantes da conferência subsídios advindos da práxis em Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (STT), especialmente sobre as mudanças no mundo do trabalho na última década [...]. As novas formas de trabalhar induzidas pela plataformização digital trouxeram outras formas de adoecimento, muitas delas decorrentes da intensificação da precarização do trabalho, agravadas pela perda de direitos previdenciários e trabalhistas da última década, ao mesmo tempo que novos desafios são impostos aos trabalhadores e às trabalhadoras em decorrência das mudanças climáticas e da financeirização do mundo capitalista”.

    Temas abordados: avaliação da implementação do ‘Qualifica Cerest’ em Porto Alegre-RS; sofrimento psíquico, intensificação do trabalho e desgaste mental trabalho em Call Centers; violência laboral em meio à pandemia da covid-19 no Ceará; gênero como determinante social da saúde de trabalhadoras plataformizadas de moto entregas; vulnerabilidade social sob a perspectiva de trabalhadores afetados pela covid-19; novas relações de trabalho na saúde mental na Paraíba; Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora como Direito Humano; o neoliberalismo faz mal à saúde: novas configurações no mundo do trabalho; jornadas extensas, emancipação política e a saúde dos trabalhadores; trabalho de cuidados na agenda da saúde: invisibilidade, sobrecarga e desgaste de mulheres trabalhadoras; PNSTT na Atenção Primária à Saúde; representação e atuação de Saúde do Trabalhador em Conselhos de Saúde; Vigilância da saúde em contextos de exposição aos agrotóxicos no Brasil; direito do trabalhador e da trabalhadora no contexto do uso do amianto no Brasil; migração e precarização do trabalho; políticas de saúde para trabalhadores e trabalhadoras do sexo; trabalho em Povos e Comunidades Tradicionais: inspirações ecofeministas; pessoas trans no mercado de trabalho; saúde, gênero e invisibilidade no trabalho doméstico não remunerado; trabalhadores com deficiência ante a crise do capital; Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora como Direito Humano: fundamentos da Reforma Sanitária Brasileira; o Sistema Único de Saúde e a Saúde do Trabalhador no Brasil; O Centro Estadual de Referência em Saúde do Trabalhador na 5ª Conferência; o Cerest e os trabalhadores de entrega por aplicativos; resenha do livro ‘História da fadiga: da Idade Média aos nossos dias’, de Georges Vigarello.

  • Saúde em Debate v. 49, n. especial 1, ago, 2025 -Tecnologias para a transformação digital do Sistema Único de Saúde

    Tecnologias para a transformação digital do Sistema Único de Saúde
    v. 49 n. especial 1 ago (2025)

    Os editores convidados do número especial ‘Tecnologias para a transformação digital do Sistema Único de Saúde’ apresentam a revista ressaltando sua relevância devido ao “painel abrangente e diversificado de artigos, ensaios, revisões e relato de experiência sobre a transformação digital do Sistema Único de Saúde (SUS). [...] diante do alto investimento em tecnologias para a saúde que nem sempre se traduz em melhoria dos serviços, especialmente em cenário complexo como o do SUS. Os benefícios efetivos de uma tecnologia dependem diretamente de sua adoção pelos usuários. A quarta revolução industrial, ou Indústria 4.0, propõe a fusão de tecnologias, sejam elas físicas, digitais e biológicas, em favor da inovação para a melhoria das condições de vida da sociedade, impactando, dessa forma, a elaboração de produtos e serviços, inclusive os de saúde, que passam a ser conectados e personalizados. [...] O SUS pode colher benefícios significativos a partir da adoção sustentável de novas tecnologias digitais, aprimorando a aderência, a resolutividade e a capacidade de resposta dos serviços. Esse ambiente desafiador oferece oportunidades para o desenvolvimento do setor de saúde no Brasil, cuja vastidão e divergências regionais demandam soluções ao mesmo tempo abrangentes e personalizáveis”.

    Temas abordados: telemonitoramento em Unidades Básicas de Saúde durante a pandemia da covid-19; usabilidade do aplicativo e-SUS Território da Estratégia de Saúde Digital do Brasil; serious games na educação permanente para o pré-natal; aplicativo mHealth para o cuidado dos pés em pessoas com Diabetes Mellitus; usabilidade do sistema eSUS Feedback por gestores de Unidades Básicas de Saúde; saúde digital na Atenção Primária à Saúde no Brasil; tecnologias no processo de trabalho na covid-19 em favela do Rio de Janeiro; da saúde bucal de idosos na atenção primária com uso da teleodontologia; Geotecnologias para a tomada de decisão em saúde: uma análise de indicadores vacinais na Paraíba; SIGest: mHealth assistencial para o manejo clínico da sífilis na gestação; Sistema de Vigilância em Imunizações do Brasil; teleconsultorias no fortalecimento da Rede de Atenção à Saúde em Santa Catarina; acesso à prótese dentária removível na saúde pública por meio do fluxo digital no Rio de Janeiro; uso de mídias sociais para detecção de rumores em saúde pública; percepção de gestores públicos de saúde sobre a transformação digital do SUS; explorando os dados abertos ambulatoriais do SUS; Tecnologias espaciais para identificação de áreas críticas da coinfecção TB-HIV: aplicação do Getis-Ord Gi*; desigualdades regionais e baixa retenção de médicos no Brasil; fragmentação de dados no SUS: interoperabilidade em Recife e na Ebserh; Complexo Econômico-Industrial da Saúde, saúde digital na APS e o risco da vulnerabilidade 4.0; saúde digital e covid-19: revisão de escopo das soluções desenvolvidas e implementadas pelos países Brics; efeito preditivo do fenótipo digital no diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista; teleconsultorias na gestão de filas de especialidades médicas no sul do Brasil.

  • Saúde em Debate v. 49, n. 146, jul-set, 2025

    Saúde em Debate
    v. 49 n. 146 jul-set (2025)

    O editorial desta edição da ‘Saúde em Debate’ discorre sobre o Programa Mais Especialistas que “apresenta alternativas estratégicas incrementais para equacionar os problemas do vazio assistencial, iniquidades e desassistência especializada. Entretanto, seus objetivos devem mirar o curto, o médio e o longo prazo, o que requer definir estratégias estruturantes de ampliação do setor público e desmame progressivo da dependência do setor privado, reduzindo sua dimensão em relação ao setor público”.

    Os manuscritos apresentam temas tais como: força de trabalho da enfermagem durante a pandemia da covid-19 no Brasil; práticas domiciliares de armazenamento e descarte de medicamentos; a lógica remuneratória da Atenção Ambulatorial Especializada; Agentes Comunitárias de Saúde e o uso da saúde digital; Monitoramento e Avaliação da segurança alimentar (e nutricional) no Brasil e na Argentina; avanços e desafios do Movimento Nascer Bem Caruaru; Programa Farmácia Cuidar+; ‘Hospital Semana’; discursos de pessoas LGBTQIAPN+ acerca do suicídio; acesso ao primeiro contato e longitudinalidade na Atenção Primária à Saúde; Política de Enfrentamento da Violência contra as Mulheres: diálogos a partir dos Caps; qualidade do sono, função erétil e qualidade de vida em homens; compreensão de gestores municipais sobre o PMAQ: experiência na Região de Saúde do Crato; gestão do cuidado em saúde mental no hospital geral; Plano de Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis no Brasil, 2011-2022; ciclo gravídico-puerperal de pessoas transmasculinas; análise da judicialização da saúde em Minas Gerais; implantação e pilares de sustentação do Acesso Avançado; transformação do sistema de saúde mexicano rumo à Atenção Primária à Saúde; publicação acadêmica: entre a ciência e o mercado; publicação científica e ineditismo frente à política de repositórios institucionais.

  • Saúde em Debate
    v. 49 n. 145 abr-jun (2025)

    Escrito por membros do Núcleo Saúde-Trabalho-Direito, do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), o editorial deste número da ‘Saúde em Debate’ chama atenção para a 5ª Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, que será realizada em agosto de 2025. “Seu tema central é considerar a saúde no trabalho um Direito Humano. A expectativa é que ela seja um divisor de águas entre o que se fez até aqui e o que poderá ser feito depois. [...] A garantia desse direito perpassa a participação popular sob a forma de protagonismo da classe trabalhadora. Se é a classe trabalhadora que sofre diretamente os efeitos da exploração-opressão e que, portanto, tem o seu direito humano violado, o protagonismo desse debate/luta não pode ser delegado a qualquer outro sujeito”.

    Temas abordados: gestão e cuidado pré-natal em municípios de pequeno e médio porte; instrumento para avaliar Barreiras e Facilitadores para a Prática Interprofissional Colaborativa; cuidados de Pessoas Vivendo com HIV; resolutividade clínico-assistencial de equipes multiprofissionais em um município do nordeste brasileiro; gestantes na pandemia de covid-19; Assistência Farmacêutica em municípios paraenses; Análise de Discurso Crítica dos movimentos antivacinas brasileiros no Facebook; Matriciamento em saúde mental: a perspectiva dos profissionais de Centros de Atenção Psicossocial; precarização do trabalho: o caso da enfermagem em um hospital público de Pernambuco; Nutrição e questão ambiental; processo transexualizador a partir das narrativas de pessoas trans, gestores e profissionais da saúde; impacto de pesquisas de dengue financiadas pelo Ministério da Saúde no Brasil; Unidade de Pronto Atendimento e Atenção Primária à Saúde; queimadas no cultivo da cana-de-açúcar e doenças respiratórias associadas em um município de Pernambuco; Grand Challenges Brasil: uma década de financiamento de pesquisas em saúde; Validação do Piers-Harris Children Self-Concept Scale para português do Brasil em adolescentes; percepção dos profissionais da atenção primária quanto ao cuidado em saúde mental a partir da implementação do apoio matricial; Programas de Transferência Condicionada de Renda no Brasil, Argentina e Escócia; resiliência coletiva: um olhar sobre o trabalho na Atenção Primária à Saúde; análise qualitativa das contribuições recebidas nas consultas públicas da Conitec; medicalização do sofrimento e o sobrediagnóstico da depressão; conceito de cuidado e as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde; pensamento desenvolvimentista na raiz do Complexo Econômico-Industrial da Saúde; educomunicação e saúde coletiva no Brasil; aplicação da Inteligência Artificial na Atenção Primária à Saúde; microplanejamento na vacinação de alta qualidade.

  • Saúde em Debate v. 49, n. 144, jan-mar, 2025

    Saúde em Debate
    v. 49 n. 144 jan-mar (2025)

    O editorial da primeira edição de 2025 apresenta as propostas da nova diretoria do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) para a gestão 2025-2026: “Os próximos dois anos serão de trabalho intenso. Daremos atenção especial à sustentabilidade financeira do Cebes, à ampliação do quadro de associados e à renovação geracional, incorporando novos temas ao debate político e acadêmico. Fortaleceremos nossas atividades como Centro de Estudos, aprimorando nosso papel de análise e formulação, ao mesmo tempo que manteremos e ampliaremos nossos laços com a sociedade civil e a população. Seguimos juntas e juntos. Viva o Cebes!”.

    Temas abordados: pandemia de covid-19 na Mortalidade Materna em Mato Grosso do Sul; movimentos sociais e políticas públicas na construção de direitos em saúde; sexualidade e direitos humanos em contexto escolar; estresse ocupacional entre profissionais da engenharia civil na Amazônia; atenção nutricional no enfrentamento da obesidade na Atenção Primária à Saúde; movimentos sociais, direitos humanos e a população privada de liberdade no contexto da covid-19; atenção nutricional domiciliar para crianças e adolescentes acompanhados pelo Programa Melhor em Casa; apoio matricial e manutenção do vínculo com a atenção primária; movimento sanitário na conjuntura 2013-2022; construções de masculinidades na saúde dos homens em situação de rua de Florianópolis-SC; Retorno ao Trabalho na perspectiva dos trabalhadores após afastamento por agravos do trabalho; qualidade da base de dados do Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados; instrumento de Conhecimento, Atitudes e Práticas para enfrentamento de epidemias e pandemias; Apoio Institucional na gestão em saúde: o caso dos apoiadores Cosems-Conasems; incentivo federal à Atividade Física na atenção primária; Discurso Coletivo de Afirmação sobre vivências da pandemia de covid-19 na favela São Remo; práticas educativas sobre infecções sexualmente transmissíveis; protocolo de encaminhamento de pacientes com câncer de colo de útero para o cuidado paliativo; atuação do Conselho Nacional de Saúde na Política Nacional de Assistência Farmacêutica; marcadores sociais da diferença, interseccionalidade e saúde coletiva: diálogos necessários para o ensino em saúde; Saúde Única no enfrentamento da resistência bacteriana a antibióticos no âmbito da agropecuária; a cronicidade em saúde mental na produção científica brasileira; avaliação de políticas, programas e serviços de atenção à violência sexual; atuação de consórcios de saúde no sistema público de saúde brasileiro; agrotóxicos e o desenvolvimento do câncer em agricultores; Medicamentos de Alto Custo na produção científica e acadêmica brasileira sobre judicialização em saúde; práticas e crenças nas relações de cuidado da criança em territórios quilombolas; enfrentamento da sífilis em Pessoas Vivendo em Situação de Rua.

  • Saúde em Debate v. 48, n. 143, out-dez, 2024

    Saúde em Debate
    v. 48 n. 143 out-dez (2024)

    O editorial desta edição da revista traz para o debate o conceito de Saúde Única: “O discurso instituído pela ‘Uma Só Saúde’ coloca o nível do mundo dos homens, dos animais, dos vegetais e do contexto biológico em um só plano, sem considerar o biopoder e a biopolítica existentes nas relações sociedade-natureza e capital-trabalho. Parece-nos um retrocesso substituir as políticas de Saúde Pública, pautadas pelos conceitos do campo da Saúde Coletiva, apenas pelo olhar do controle de zoonoses, das ‘boas práticas de laboratório’, do ‘uso de drones’ e de ‘gadgets’, dispensando a epidemiologia crítica e social, as ciências sociais e humanas, a ecologia política, entre outros campos disciplinares que tão bem foram amalgamados no confronto da realidade contemporânea, que, a partir da metade do século XX, evidenciaram como as nocividades decorrentes da exploração social e da natureza afetam a saúde de modo interdependente e estão a produzir novas crises sanitárias cada vez mais complexas. [...] O Cebes acredita que democracia é saúde e que a saúde e a vida humana na Terra são processos socioambientais historicamente determinados e cada vez mais mediados pelos modos de produzir, trabalhar, consumir, valorar a natureza e de se relacionar com as dimensões culturais das subjetividades, da política, da cultura e das artes. Por isso, reafirma que a saúde é produto da acumulação social e uma conquista popular. Atuar com base nesses princípios implica intervir no biopoder e na biopolítica, no comando das políticas institucionais de saúde pública subordinadas ao processo de participação social e com base nos pressupostos da saúde coletiva fundada na determinação econômica e social da saúde.”

    Temas abordados: gestão do saneamento básico no Amazonas; medicamentos isentos de prescrição registrados no Brasil; barreiras de acesso: percepção das trabalhadoras do Consultório na Rua; cuidado em saúde mental de adolescentes em regime socioeducativo; sofrimento mental dos trabalhadores dos Caps; determinantes sociais da saúde em Angola; morbidade por Tuberculose Extrapulmonar no Brasil; Práticas Integrativas e Complementares na Atenção Primária à Saúde no nordeste brasileiro; Educação Interprofissional na Residência Multiprofissional em Atenção Primária à Saúde; Rede de Mulheres Produtoras do Pajeú na construção de territórios agroecológicos na convivência com o Semiárido; atendimento de saúde a residentes fronteiriços; racismo em ambientes de saúde e fatores associados em mulheres negras; gestão municipal da Assistência Farmacêutica: resultados do Qualifica AF; atitudes colaborativas interprofissionais na Estratégia Saúde da Família; saúde dos adolescentes nos países do Mercosul; disparidades sociodemográficas no câncer colorretal no Brasil; precarização do trabalho em plataformas digitais; saúde bucal no SUS durante a pandemia de covid-19; geografia e saúde: a produção contemporânea de uma teoria espacial enferma.

  • Saúde em Debate v. 48, n. especial 2, out, 2024

    Estratégias para a qualificação da Atenção Primária à Saúde no Distrito Federal
    v. 48 n. especial 2 out (2024)

    Apresentação desta edição: “Este número especial da revista ‘Saúde em Debate’ foi desenhado no escopo do Programa de Qualificação da Atenção Primária à Saúde do Distrito Federal (Qualis-APS), implantado em 2019. [...] decorre da necessidade de propiciar, permanentemente, a reflexão crítica sobre o processo de consolidação da Atenção Primária à Saúde (APS) no Distrito Federal (DF) e no Brasil. [...] Espera-se que […] inspire o desenvolvimento de práticas inovadoras e eficazes, sustentadas por investimentos na valorização do trabalho, na formação dos trabalhadores, na melhoria da estrutura dos serviços de saúde e na construção de processos avaliativos, fundamentais para o fortalecimento da APS e de um [Sistema Único de Saúde (SUS)] crescentemente mais resolutivos”.

    Temas abordados: Equipes de Saúde da Família no Distrito Federal; componente estrutura na qualidade da Atenção Primária à Saúde do Distrito Federal; estrutura das Unidade Básicas de Saúde do Distrito Federal; relatórios do e-SUS da Atenção Primária à Saúde na rotina de trabalho de equipes de Saúde da Família; atenção primária no Twitter em contexto de pandemia; percepções dos cirurgiões-dentistas da Estratégia Saúde da Família sobre Práticas Integrativas e Complementares; institucionalização da avaliação e monitoramento da Atenção Primária à Saúde no SUS; noção de território no campo da saúde coletiva; Fonte Usual de Cuidados na avaliação da atenção primária; Práticas Integrativas e Complementares em Saúde na qualidade de vida e nos sintomas de mulheres no climatério; coprodução do programa Qualis-APS para melhoria da qualidade da Atenção Primária à Saúde em Brasília; curso de especialização para gestores da APS sob a perspectiva da Educação Permanente em Saúde; experiência formativa com uso do portfólio eletrônico; coordenação na Atenção Básica e integração na Rede de Atenção à Saúde.

  • Saúde em Debate v. 48, n. 142, jul-set, 2024

    Saúde em Debate
    v. 48 n. 142 jul-set (2024)

    Parágrafo que encerra o editorial ‘Por uma carreira SUS para fazer avançar a Reforma Sanitária’, assinado por Ronaldo Teodoro, editor associado da ‘Saúde em Debate’: “Em 2024, ano da 4ª Conferência Nacional de Gestão do Trabalho e Educação em Saúde, o debate sobre a carreira do SUS assume uma potência histórica decisiva. São muitos os movimentos sociais que compreendem essa urgência e que estão formulando um programa alternativo ao campo gerencial. Em sincronia com essa temporalidade política, o Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) construiu neste ano a sua primeira Conferência Livre do Trabalho. Em sua programação, reafirmou como tese que as várias frentes do programa sanitarista requerem a recomposição do valor do trabalho, e que o rumo do SUS está diretamente associado ao desafio cotidiano enfrentado por seus trabalhadores e trabalhadoras. Este editorial, é uma fração da energia e das esperanças reunidas nesse encontro”.

    Temas abordados: padrões de qualidade da atenção primária no Distrito Federal; regulação assistencial para sustentabilidade do território e da regionalização; gestão em saúde no desastre-crime de derramamento de petróleo na costa do estado do Pernambuco; qualificação da Atenção Primária à Saúde para o diagnóstico laboratorial da covid-19 no Distrito Federal, 2020-2021; educação permanente em cuidado paliativo na atenção primária; doenças crônicas na população indígena não aldeada; itinerários de pacientes com câncer de próstata; os sujeitos do discurso oficial brasileiro sobre saúde LGBT; conhecimentos, habilidades e atitudes para gestão em saúde pública; avaliação de Quarta Geração: intervenções realizadas na atenção à crise em saúde mental; padrão heterogêneo de mortalidade por covid-19 no Brasil; percepção dos pais de crianças submetidas a procedimento cirúrgico eletivo; mieloma múltiplo no Brasil: uma avaliação do estudo da Carga Global de Doenças 2019; planos de contingência e coordenação estadual do SUS na pandemia de covid-19; trabalho na pandemia da covid-19; Modelo Lógico para implementação da prescrição farmacêutica no Brasil; itinerário terapêutico da pessoa com Artrite Reumatoide; acessibilidade aos serviços de Atenção Primária à Saúde em municípios rurais do Brasil; análise da condição feminina nas proposições 478/2007 e 882/2015; perfil dos preceptores de programas de residência em saúde em especialização; interseccionalidade, direitos humanos e justiça reprodutiva; contribuições de Paulo Freire para a melhoria da relação médico-paciente; leitura materialista do discurso da avaliação em saúde: critérios e padrões; situações de violências em inquéritos populacionais.

  • Saúde em Debate v. 48, n. 141, abr-jun, 2024

    Saúde em Debate
    v. 48 n. 141 abr-jun (2024)

    Editorial assinado pelas editoras científicas da revista: “Os efeitos das mudanças climáticas no planeta, previstos pelos cientistas para as próximas décadas, anteciparam-se. Nos primeiros meses de 2024, ocorreram enchentes em países da África (Quênia) e da Ásia (Indonésia, Afeganistão), deixando centenas de mortos e milhares de desabrigados. Em maio, no Brasil, as chuvas causaram a maior tragédia da história do estado do Rio Grande do Sul e uma das maiores do País. [...] A solidariedade, demonstrada de norte a sul do País, envolveu os mais diversos setores da sociedade, artistas, influencers, Organizações Não Governamentais (ONG), movimentos sociais, setores da economia e mídia, com doações e atuação direta na defesa civil, que se revelaram fundamentais nos primeiros dias da tragédia, cujo objetivo era salvar vidas, por meio do resgate das pessoas e animais ilhados, busca de desaparecidos e acolhimentos dos desabrigados. No entanto, essa solidariedade – necessária e fundamental – não substitui o papel do Estado como neoliberais, defensores do Estado mínimo, tentaram fazer crer. Sem investimentos públicos, não há como recuperar a infraestrutura destruída (estradas, pontes, aeroportos, escolas, serviços de saúde etc.) nem estimular a recuperação do setor produtivo (comércio, indústria, agricultura e outros), tampouco garantir a transferência de recursos financeiros às famílias”.

    Temas abordados: afetividade pessoa-ambiente nas hortas comunitárias; ambiente alimentar em um território de vulnerabilidade social em Piraquara-PR; exposição ambiental e ocupacional a agrotóxicos em pacientes com câncer em Mato Grosso, Brasil; combate à fome na pandemia de covid-19: cuidado em saúde mental em uma periferia paulistana; trabalho e saúde de profissionais da linha de frente na pandemia de covid-19; agrotóxicos em canaviais de Pernambuco e danos à saúde do trabalhador; Frente pela Vida e a atualização do Movimento da Reforma Sanitária Brasileira; Cuidados Paliativos em hospital oncológico de referência; insegurança alimentar e nutricional em adolescentes durante a pandemia de covid-19; prescrição de benzodiazepínicos em Unidades Básicas de Saúde; trabalho das equipes de saúde bucal na pandemia da covid-19; Programa Atenas: serviço pioneiro de atenção extra hospitalar ao aborto; validação transcultural da ImpRes-Tool-BR; itinerários terapêuticos de pessoas hospitalizadas por covid-19 no SUS no Distrito Federal; relação formação-trabalho no SUS; Práticas Corporais e Atividades Físicas de 2004 a 2023; Questionário Palmore-Neri-Cachioni de Conhecimentos Básicos sobre a Velhice; ensino na Residência em Área Profissional da Saúde no Brasil; vivências de jovens com HIV/aids; financiamento da saúde mental pública no Rio de Janeiro; avaliação da Atenção Primária à Saúde; ansiedade e depressão em trabalhadores de saúde de UTI Covid-19; planejamento da testagem à covid-19 no Amazonas, Brasil; evangélicos, ‘agenda neoconservadora’ e política de saúde das mulheres.

  • Saúde em Debate v. 48, n. especial 1, ago, 2024

    Territórios Sustentáveis e Saudáveis
    v. 48 n. especial 1 ago (2024)

    Trechos da apresentação da revista: “Este número especial da revista ‘Saúde em Debate’, intitulado ‘Territórios Sustentáveis e Saudáveis’ [TSS], celebra os cinco anos do Programa Institucional de Territórios Sustentáveis e Saudáveis (Pitss) [...] da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Por meio desta edição, pretendemos dar visibilidade a experiências que buscaram promover saúde e sustentabilidade nos territórios, trazendo alternativas de ações emancipatórias e de construção de futuros. [...] Ao todo, reunimos nesta edição 27 trabalhos publicados, entre eles, artigos originais, ensaios, artigos de opinião e relatos de experiências. Eles apresentam experiências exitosas no campo de TSS, como a realização de cursos e processos formativos envolvendo as comunidades, o desenvolvimento de tecnologias sociais e de novas formas de governança, o estabelecimento de parcerias e articulações com gestores locais e o desenvolvimento de novas metodologias e estratégias de comunicação. [...] A Fiocruz desempenha um papel crucial na promoção da saúde e na pesquisa científica no Brasil. Como instituição que mobiliza a ciência para a vida, seu desafio é manter o diálogo permanente com os diversos territórios e as populações que compõem nosso país, como as populações periféricas urbanas e os povos originários e tradicionais. [...] Desejamos uma boa leitura!”.

    Assuntos abordados: água como elemento central para a construção de territórios sustentáveis e saudáveis no Médio Jequitinhonha; Territórios da gestão socioambiental e saúde na Amazônia; rede de cuidado à População em Situação de Rua na pandemia de covid-19; promoção da Alimentação Adequada e Saudável no campo; reflexos da pandemia de covid-19 na venda de alimentos em feiras livres no Maciço de Baturité-CE; luta emancipatória pela vida ante o agronegócio na Chapada do Apodi-CE; exposição a desertos alimentares e marcadores do consumo alimentar entre crianças; maritorios sustentáveis e sofrimento ambiental na Patagônia Chilena; vulnerabilização de empreendimentos eólicos em comunidade camponesa no Agreste Meridional de Pernambuco; populações expostas aos agrotóxicos em Mato Grosso; Vulnerabilidades socioambientais na pesca artesanal em Pernambuco; impactos socioambientais e psicossociais causados por derramamento de petróleo; atuação de uma secretaria municipal de saúde diante do desastre-crime do petróleo em Pernambuco; representatividade indígena no ensino superior: promoção de saúde e sustentabilidade além dos territórios; Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável como estratégia para equidade em saúde e territórios sustentáveis e saudáveis; necessidade de construção de assistência e Vigilância em Saúde no contexto das mudanças climáticas; abordagem territorial nos Territórios Sustentáveis e Saudáveis a partir da antropologia; contribuições do conceito de corpo-território e dos feminismos comunitários; produzir conhecimentos ‘junto com’ movimentos sociais e territórios para a transição paradigmática; relatos da quarentena: que sociedade(s) emergirá(ão) após o coronavírus?; apontamentos conceituais para a proposta de territórios sustentáveis e saudáveis; Territórios Sustentáveis e Saudáveis no SUS: a relação intrínseca com a Agenda 2030; Agentes Populares na promoção de territórios mais sustentáveis e saudáveis; agroecologia e soberania alimentar; assessoria técnica à habitação social no Setor 1 da Colônia Juliano Moreira; Território e falta de água: uma experiência educativa em assentamentos informais em Turbo, Antioquia (Colômbia); Intervenções territoriais e comunitárias em saúde mental de comunidades tradicionais de Paraty.

  • Saúde em Debate v. 48, n. 140, jan-mar, 2024

    Saúde em Debate
    v. 48 n. 140 (2024)

    O editorial ‘O que querem as mulheres? Saúde e direitos sexuais e reprodutivos’, assinado pelas editoras da Saúde em Debate, Ana Maria Costa e Lenaura de Vasconcelos da Costa Lobato, inicia a revista com a seguinte questão: “Todos os anos, o mês de março é um convite para refletir sobre a condição feminina, nossas conquistas e desafios perante o Estado, os governos e a sociedade. Não há dúvida que, do lugar onde fomos jogadas e submetidas na hierarquia de poder na sociedade, andamos muito. Contudo, mesmo assim, há ainda um longo caminhar que abrange as esferas legais, econômicas, culturais e tantas outras. Na saúde, e tomando em particular a medicina, o corpo e a identidade da mulher nunca foram motivo do respeito merecido e necessário. Desde os primórdios da chamada Medicina Moderna, os livros didáticos ensinam barbaridades sobre as mulheres e orientam um intervencionismo desmedido, confirmando o padrão do patriarcado na ciência do cuidado do corpo e da alma. Nessa perspectiva, a medicalização sobre o corpo feminino espelha-se como efeito do incômodo e do desrespeito sobre as mulheres como sujeitas e cidadãs”.

    A presente edição aborda as seguintes temáticas: Especialização em Educação Popular em Saúde na Promoção de Territórios Saudáveis e Sustentáveis da Fiocruz; atuação fisioterapêutica na atenção básica; doulas em região brasileira de fronteira; indicadores sociais e de saúde em municípios de Minas Gerais conforme tipologia rural-urbano; Determinantes Sociais da Saúde dentro e fora de casa; saúde na região do Médio Solimões no estado do Amazonas: a centralidade de Tefé; qualidade do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde; cuidado em saúde ao adolescente em vulnerabilidade ao uso de drogas; Da Rede Cegonha à Rami: tensões entre paradigmas de atenção ao ciclo gravídico-puerperal; Promoção de Saúde Bucal no trabalho em áreas rurais; Programa Previne Brasil; perfis profissionais e práticas educativas de saúde bucal na Atenção Primária à Saúde; atendimento odontológico para gestantes na Atenção Básica entre municípios baianos; fatores psicossociais e Transtornos Mentais Comuns no teletrabalho do judiciário trabalhista na pandemia de Covid-19; yoga: um estudo hermenêutico sobre a ontologia das upaniṣad’s; Saúde Única no Pantanal e na fronteira oeste; acesso aos contraceptivos e direito à saúde em Angola; resenha do livro ‘Saúde é desenvolvimento: o Complexo Econômico-Industrial da Saúde como opção estratégica nacional’.

  • Saúde em Debate v. 47, n. especial 1, dez, 2023 - Direitos humanos, justiça e saúde: gênero e sexualidade

    Direitos humanos, justiça e saúde: gênero e sexualidade
    v. 47 n. especial 1 dez (2023)

    Trecho da apresentação do número especial da Saúde Debate sobre ‘Direitos Humanos, Justiça e Saúde: gênero e sexualidade’, assinada pelos editores convidados desta edição: “A interseção entre direitos humanos, gênero e sexualidade é cada vez mais reconhecida como uma área crucial de pesquisas em saúde pública e na formulação de políticas. Os textos que integram este número temático evidenciam como os resultados de saúde são profundamente influenciados pelos determinantes sociais da saúde, que devem incluir fatores como identidade de gênero, orientação sexual e as desigualdades sistêmicas que os indivíduos enfrentam, cotidianamente, como consequência de sua condição de vida”.

    Temáticas abordadas: notificações de violência no estado do Rio de Janeiro; Política Nacional de Saúde Integral LGBT no município de Resende, Rio de Janeiro; travestis e transexuais no acesso ao tratamento hormonal no Amig (RJ); saúde bucal na população LGBTQIA+; Análise do Discurso Crítica sobre a ‘ideologia de gênero’; enfermagem no contexto do atendimento à saúde da população LGBTQIA+; violência autoprovocada e interpessoal da população LGBT, estado do Rio de Janeiro; diversidade sexual e de gênero e estigmas sociais no SUS em relação às pessoas LGBTQIA+; Identidade trans e acesso à saúde na cidade de Macaé (RJ); impacto da pandemia de Covid-19 no acesso à justiça de mulheres em situação de violência doméstica; A saúde de mulheres lésbicas e bissexuais em Belford Roxo/RJ; itinerário pela saúde LGBTQIA+ no SUS e seus significados em Valença/RJ; acolhimento à população LGBTQIA+ por parte dos profissionais de saúde de um Centro Municipal de Saúde no Rio de Janeiro; saúde mental: onde se colocam as questões de gênero? Os papéis das mulheres cisgêneras; rompimento do ciclo de violência em mulheres acolhidas na Sala Lilás do Instituto Médico Legal do Centro do Rio de Janeiro no contexto pandêmico de Covid-19; violência da população LGBTQIA+ na perspectiva dos profissionais da ESF/Nasf; violência feminicida contra a saúde da mulher negra; a experiência de travestis no cárcere; pessoas trans, travestis e direitos transumanos: o caso da liberdade morfológica; práxis para uma justiça reprodutiva, erótica e de gênero; trabalho sexual no Brasil; bioética queer: perspectivas a partir do Sul Global; vulnerabilidade programática sob a perspectiva de profissionais e pessoas idosas LGBTQIA+; redução de danos voltada para população de mulheres trans e travestis; saúde de LGBTQIA+ na atenção básica de saúde; Atenção Primária à Saúde no Brasil e a população LGBTI+; Saúde do Trabalhador, gênero e raça em disciplina de pós-graduação; saúde de adolescentes: diversidade, dignidade e direitos humanos.

  • Saúde em Debate v. 47, n. 139, out-dez, 2023

    Saúde em Debate
    v. 47 n. 139 (2023)

    O editorial do último número regular da ‘Saúde em Debate’ de 2023, ‘A reforma tributária e a saúde. Afinal, para que pagamos impostos e a quem eles servem?’, é assinado por Francisco Funcia e José Noronha, que concluem ao final do manuscrito: “[...] é preciso desfazer com vigor o mito de que não há dinheiro para financiar as políticas públicas e garantir as vinculações constitucionais para Saúde e Educação. Além disso, enfrentar a brutal regressividade de nosso sistema tributário para, de fato, reduzir nossas cruéis desigualdades. Para isso, é preciso mobilizar a sociedade, ativar a participação social e incrementar os vários mecanismos de pressão política para, depois da reconstrução, construirmos um Brasil mais justo e solidário”.

    Temas abordados: cargas de trabalho, precarização e Saúde do Trabalhador no agronegócio no semiárido do Nordeste brasileiro; intoxicação exógena e exposição ocupacional e ambiental de pacientes com câncer em Mato Grosso; exposição ocupacional ao Sars-CoV-2; capacidade para o Trabalho e efeitos neuropsicológicos entre trabalhadores com Covid-19 prévia; condições de trabalho do Samu-192 fluvial em cenários de crise no enfrentamento à Covid-19 no Alto Solimões; impacto do bolsonarismo na cobertura vacinal de Covid-19 em municípios brasileiros; enfrentamento na Atenção Primária à Saúde na pandemia de Covid-19 em Minas Gerais, Brasil; Conselho Nacional de Saúde na pandemia de Covid-19; Emergências em Saúde Pública, desastres e risco; Atenção Primária à Saúde em Municípios Rurais Remotos do Oeste do Pará; trabalho e riscos de adoecimento na Atenção Psicossocial Territorial; atuação técnico-pedagógica dos Núcleos Ampliados de Saúde da Família e da Atenção Básica; Educação Interprofissional nos cursos da área da saúde; conformação da ‘moderna’ enfermagem brasileira e interfaces com os Saberes Psi; mulher vítima de Violência Doméstica no contexto da Atenção Primária à Saúde; psicofármacos e cuidado em Saúde Mental na Atenção Primária à Saúde; equidade em saúde para a população em situação de rua; organização do trabalho dos Núcleos Ampliados de Saúde da Família e Atenção Básica durante a pandemia da Covid-19 no Brasil; resenha do livro ‘Health promotion in nursing practice’ de Nola Pender, Carolyn Murdaugh e Mary Ann Parsons.

  • Saúde em Debate v. 47, n. 138, jul-set, 2023

    Saúde em Debate
    v. 47 n. 138 jul-set (2023)

    O editorial desta edição da ‘Saúde em Debate’, assinado por membros da equipe do Cebes, discorre sobre a 17ª Conferência Nacional de Saúde (CNS): “[...] realizada no período de 2 a 5 de julho de 2023, foi mais um ‘ato de invenção da democracia’ no Brasil. A CNS segue representando os desafios e o potencial que carrega um dos mais antigos lemas da Reforma Sanitária Brasileira (RSB) e que permeia a criação do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes): Saúde é Democracia e Democracia é Saúde. As Conferências Nacionais de Saúde surgiram como instrumento de planejamento do Estado ainda em 1941. Ali, sua composição refletia a perspectiva tecnocrática e vertical da ideia de saúde: uma reunião formada essencialmente por especialistas da saúde pública, em sua larga maioria médicos, que definiriam as diretrizes dos grandes programas do Estado brasileiro para o setor, com especial enfoque ao campo das doenças infectocontagiosas, a que a saúde pública era então restrita. [...] A proposta da RSB apresentada em 1979, ainda no contexto da ditadura, contribuiu para a 8ª CNS, na qual o segmento das pessoas usuárias dos serviços públicos de saúde, representadas por múltiplas organizações populares e sindicais, esteve presente e constituiu a metade do quantitativo total da delegação, cujas propostas foram sistematizadas em um pequeno e muito potente relatório com três temas: saúde como direito, reformulação do sistema nacional de saúde e financiamento”.

    Temas apresentados: estratégias de inovação em medicamentos e vacinas; empresa farmacêutica global e instituição pública de produção e inovação em saúde; pandemia de Covid-19: uma análise da resposta inicial na Colômbia; gestão regional no enfrentamento à pandemia da Covid-19 em São Paulo; Índice de Dependência Regional e Macrorregional no SUS; Política de Atenção Básica à Saúde: consensos e contestações em espaços deliberativos do SUS; segurança do paciente na Atenção Primária à Saúde; casos de violência contra mulher notificados em um hospital fluminense em 2020; Violência Sexual contra homens brasileiros e fatores associados a sexo forçado; formação médica: movimentos desencadeados pelo Programa Mais Médicos; Residências em saúde: formação de profissionais para o SUS; mortalidade infantil no Rio de Janeiro; malformações fetais: uso de agrotóxicos no Rio Grande do Sul; pré-natal na vigência da pandemia da Covid-19; Diabetes Mellitus nas Unidades Básicas de Saúde em capitais brasileiras; Sérgio Arouca na Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; financiamento de pesquisas sobre dengue no Brasil, 2004-2020; eficiência em saúde pública: conceito proveniente da engenharia; mediação de conflitos para o controle dos vetores das arboviroses nas favelas brasileiras; Cirurgia bariátrica no SUS; saúde mental de profissionais de saúde hospitalar na pandemia da Covid-19; decisão de profissionais de saúde sobre sua vacinação anti-Covid-19; Intervenção Breve para uso de Substâncias Psicoativas no Brasil; protocolo de classificação de risco para pacientes oncológicos em Cuidados Paliativos Domiciliares.

  • Saúde em Debate v. 47, n. 137, abr-jun, 2023

    Saúde em Debate
    v. 47 n. 137 abr-jun (2023)

    Eli Iola Gurgel Andrade, Ana Maria Costa e Maria Lucia Frizon Rizzotto assinam o editorial da Saúde em Debate nº 137. As autoras revisitam “o conceito de Seguridade Social como eixo central para a garantia da proteção social, estruturada enquanto responsabilidade do Estado, a ser garantida a todos os brasileiros, conforme expresso na Constituição Federal de 1988 (CF/88)”. Destacam que “Passadas mais de três décadas, a destruição de direitos e retrocessos ocorridos nos últimos anos desafia a reconstrução democrática do Brasil. Neste momento, portanto, é fundamental retomar o debate que originou a noção de Seguridade Social, à qual foi integrado o direito universal à saúde” e “o desafio de repensar o modelo de previdência social para o século XXI, considerando a questão do envelhecimento populacional, o perfil epidemiológico e a necessidade de uma nova política social de cuidados continuados como mais um dos pilares da Seguridade Social”.

    Temas abordados: mudanças na política de atenção primária e a (in)sustentabilidade da Estratégia Saúde da Família; saúde da população negra na atenção primária: iniquidade em tempos de Covid-19; residentes em saúde para a resiliência da Atenção Básica no contexto da Covid-19; Ministério da Saúde e a pandemia de Covid-19 no Brasil; Fundo de Saúde e sua apropriação pelas Organizações Sociais no município de São Paulo; capacitação para o controle da hanseníase; detecção precoce do câncer de mama na atenção primária; Política de Práticas Integrativas em Saúde do DF-Brasil; Policy on Integrative Health Practices of Federal District in Brazil; tensionamentos no cuidado em Saúde Mental relacionados ao uso de Substâncias Psicoativas; sociodrama como estratégia de pesquisa qualitativa junto a Agentes Comunitários de Saúde; produção de verdades sobre a doação de sangue: uma análise na perspectiva de Foucault; influência dos médicos nas políticas de recursos humanos em saúde no Brasil; expansão e privatização dos cursos de medicina e a integração ensino-serviço em Pernambuco; morbidade hospitalar e mortalidade por Doença de Parkinson no Brasil; políticas farmacêuticas: fatos políticos produzidos pelo Legislativo Federal; edentulismo, necessidade de prótese e autopercepção de saúde bucal entre idosos institucionalizados; política dos (des)afetos identitários: interface psicanalítica da democracia liberal e políticas públicas; apoio social on-line; avaliação da qualidade da informação de saúde on-line; produção científica nacional das condições crônicas complexas em pediatria; Condições de trabalho e saúde de trabalhadoras rurais; atenção à saúde de pessoas em situação de rua; construção coletiva de indicadores de saúde mental em Centros de Atenção Psicossocial; ação integrativa serviço-academia para testagem para IST/HIV em unidades móveis em Niterói, Rio de Janeiro; resenha do livro ‘Philosophy of Population Health: Philosophy for a New Public Health Era’ de Sean Valles.

  • Saúde em Debate v. 47, n. 136, jan-mar, 2023

    Saúde em Debate
    v. 47 n. 136 jan-mar (2023)

    Trechos do editorial do primeiro número da ‘Saúde em Debate’ de 2023 – ‘A reconstrução do SUS e a luta por direitos e democracia’: “O Sistema Único de Saúde (SUS) atravessa uma de suas mais graves crises. Desde o golpe de 2016, diversas políticas e programas de saúde foram insidiosa e deliberadamente desestruturados. Tanto o Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), por meio de posicionamentos e destacada atuação política como uma das entidades coordenadoras da Frente pela Vida (FpV), como a revista ‘Saúde em Debate’, em diversos editoriais e artigos publicados nesse período, contribuíram significativamente para a análise crítica e denúncia dos enormes prejuízos ao Brasil causados pelos governos Temer e Bolsonaro. [...] A situação só não foi ainda mais grave pela resiliência demonstrada pelo SUS, para a qual em muito contribuíram as respostas produzidas pelos gestores estaduais e municipais e a abnegação e a capacidade de reinvenção dos seus trabalhadores e trabalhadoras [...]”.

    Temas abordados: Política externa e saúde no Brasil (1995-2010); Componente Hospitalar na Rede de Atenção às Urgências e Emergências; autoteste de HIV entre adolescentes Homens que fazem Sexo com Homens, travestis e mulheres transexuais; Programa Descolado na prevenção do uso de drogas no contexto escolar; saúde bucal de mulheres em situação de rua; esquizofrenia, modelo biomédico e a cobertura da mídia; Práticas Integrativas e Complementares em Saúde; acurácia da informação em sites sobre leishmaniose visceral; Necessidades de Informação sobre Covid-19; trabalhadores da atenção básica no enfrentamento à pandemia da Covid-19; leitos exclusivos para Covid-19 no estado do Espírito Santo; violência no trabalho contra residentes multiprofissionais durante a pandemia; oferta de hospitais e leitos hospitalares no estado do Amazonas ante a pandemia da Covid-19; trabalho precário na Atenção Psicossocial Territorial; Atenção Primária à Saúde como antídoto contra a desdemocratização e a necropolítica neoliberal; práticas em saúde na atenção primária: análise comparada entre Brasil e Portugal; risco de suicídio no trabalho; epidemiologia e emancipação humana: princípios da justiça; exposição ao cádmio e Síndromes Hipertensivas da Gestação; Consultório de Rua: HIV/Aids, drogas e Redução de Danos.

  • Saúde em Debate v. 46, n. especial 8, dez. 2022 - Resiliência dos Sistemas Nacionais de Saúde

    Resiliência dos Sistemas Nacionais de Saúde
    v. 46 n. especial 8 dez (2022)

    Os editores científicos da ‘Saúde em Debate’ número especial ‘Resiliência dos Sistemas Nacionais de Saúde’ apresentam a revista: “[...] O Número Temático Especial (NTE) oferece um painel abrangente e diversificado de artigos, ensaios, revisões e resenha em perspectiva doméstica e internacional sobre resiliência, sustentabilidade e capacidade institucional do setor saúde. [...] Os trabalhos apontam para a construção de uma agenda de pesquisa sobre a capacidade dos sistemas nacionais ou organizações de saúde em responder a perturbações radicais. Assume-se, nesse sentido, que a identificação da resiliência pode favorecer o fortalecimento do sistema de saúde e garantir a proteção coletiva. [...] Para refletir sobre essas particularidades, o NTE reúne diversos estudos e pesquisas sobre a condição de funcionamento do SUS, com especial ênfase a dilemas e inovações na Atenção Primária à Saúde (APS)”.

    Temas abordados: avaliação de desempenho da atenção primária: programa Previne Brasil; desigualdade internacional no combate à Covid-19 e gastos públicos; Rede de Atenção à Saúde durante situações de desastres: estudo de caso da Boate Kiss em Santa Maria-RS; epistemes políticas da Covid-19; Programa Academia da Saúde na pandemia da Covid-19; desempenho resiliente da longitudinalidade da atenção primária durante a pandemia da Covid-19 em territórios vulneráveis do município do Rio de Janeiro; pandemia da Covid-19 e internações hospitalares nos municípios g100; Prêmio APS Forte no Sistema Único de Saúde-Brasil; inteligência artificial e previsão de óbito por Covid-19 no Brasil; resiliência em saúde pública: preceitos, conceitos, desafios e perspectivas; enfrentamento das desigualdades e vulnerabilidades em saúde pós-Covid-19; resiliência de sistemas de saúde: apontamentos para uma agenda de pesquisa para o SUS; contribuição da logística para o fortalecimento da produção nacional e para o acesso universal no âmbito do SUS; tecnologias sociais para ações de gestão de risco em desastres; desastres com petróleo e ações governamentais ante os impactos socioambientais e na saúde; resenha do livro ‘Health as a human right: The politics and judicialisation of health in Brazil’ de Octávio Luiz M. Ferraz.

  • Saúde em Debate v. 46, n. especial 7, DEZ. 2022 - Políticas e práticas de cuidado em HIV/Aids: diálogos interdisciplinares

    Políticas e práticas de cuidado em HIV/Aids: diálogos interdisciplinares
    v. 46 n. especial 7 dez (2022)

    Com imenso prazer, a revista ‘Saúde em Debate’ lança seu número especial ‘natalino’ Políticas e práticas de cuidado em HIV/Aids: diálogos interdisciplinares, aproveitando para desejar a seus colaboradores (pareceristas, editores, autores, revisores e tradutores) um 2023 com esperanças renovadas e pleno de Saúde Universal, Integral, Equitativa e Democrática. E que venham mais conquistas editorias!

    Trechos da Apresentação do número especial assinada pelos editores científicos: “A publicação que temos em mãos resultou do encontro de um conjunto de pesquisadores e profissionais de saúde de várias instituições de ensino e pesquisa com objetivo de conhecer, reunir e visibilizar pesquisas acadêmicas e análises de experiências sobre o cuidado em HIV/Aids no contexto atual. [...] pensamos em um conjunto de perguntas que esperávamos serem tratadas com a publicação deste número: O que é cuidado em HIV/Aids? Em que espaços se produz cuidado? Que atores formam parte desse construto? Como os cuidados em HIV/Aids têm sido produzidos em diferentes contextos brasileiros? Como se relacionam ao acesso das pessoas às redes e aos serviços de saúde? Que marcadores sociais e eixos de análise são importantes em uma análise sobre o cuidado em HIV/Aids? (Gênero? Identidade e orientação sexual? Classe? Cor/raça/etnia? Religião? Idade? Corpo? Sexualidade? Tecnologias? Gestão? Processos de trabalho? Outros?). Que/como políticas ensejam o cuidado em HIV/Aids? Como as experiências de pessoas/sujeitos/indivíduos/usuários/pacientes se articulam nessas tramas? [...] É oportuno registrar que iniciamos a produção deste número temático em um momento de ameaça à democracia e à ciência, e que este projeto, com todos os desdobramentos que teve, incluindo a produção desta coletânea, alimentou-nos e contribuiu para as nossas resistências cotidianas por muitas vezes. Finalizamos o processo após as eleições presidenciais que elegeram Luiz Inácio Lula da Silva Presidente da República, e depositamos nesta atual conjuntura esperança e expectativas de mais investimentos na área da saúde, na retomada da participação da sociedade civil organizada, nos recursos para as universidades, na produção de conhecimento movida à reconstrução e à retomada do projeto de reforma sanitária. Publicá-lo na revista do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) é, para nós, motivo de imensa alegria.”

    Temas abordados: atenção primária e especializada em cenário de descentralização de cuidados em HIV/Aids; Pessoas Vivendo com HIV/Aids na Atenção Primária à Saúde na cidade do Rio de Janeiro; Aids e prevenção: projetos sociais com jovens no Rio de Janeiro; sexualidade, sociabilidade, trabalho e prevenção do HIV entre populações vulneráveis na pandemia da Covid-19; sofrimento de mulheres que vivem com HIV; homens com práticas homossexuais e prevenção do HIV na Região Metropolitana do Recife; solidariedade política entre travestis e mulheres trans no acesso ao cuidado em saúde e à prevenção ao HIV; Política sexual e ativismo de HIV/Aids: a experiência da Loka de Efavirenz; mulheres jovens que nasceram com HIV: comunicação da soropositividade aos parceiros; profissionais de linha de frente da saúde sobre HIV e juventudes; interrogando os discursos na oferta da Profilaxia Pós-Exposição (PEP); profilaxia Pós-Exposição sexual no Sistema Único de Saúde: cuidados possíveis na prevenção do HIV; instrumento para avaliação do cuidado a prisioneiros que vivem com HIV/Aids; políticas e práticas de cuidado em HIV/Aids; prevenção ao HIV na 5ª década da epidemia; gestão biopolítica da Aids: a homossexualidade como fonte de periculosidade social; crianças e jovens vivendo com HIV/Aids; cronicidade do viver com HIV/Aids na infância, adolescência e juventude; Relatos sobre um livro com experiências de estigma/discriminação de Pessoas Vivendo com HIV/AIDS no Brasil; políticas de HIV/Aids, ativismo e antropologia: conversando com Richard Parker.

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