Melhores práticas de gestão no cuidado ao HIV: scoping review

Autores

  • Ianka Cristina Celuppi Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) https://orcid.org/0000-0002-2518-6644
  • Fernanda Karla Metelski Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) https://orcid.org/0000-0001-7833-0438
  • Samara Eliane Rabelo Suplici Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) https://orcid.org/0000-0002-0334-7195
  • Veridiana Tavares Costa Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
  • Betina Hörner Schlindwein Meirelles Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

Resumo

Resumo: este estudo objetivou mapear e examinar as melhores práticas de gestão do HIV disponíveis nas publicações científicas da área da saúde. Método: realizou-se revisão sistemática da literatura através de scoping review, nas bases Pubmed, Scopus, Web of Science, CINAHL, LILACS e Catálogo de Teses e Dissertações da CAPES, no período de 2009 a julho de 2020. Resultados: dentre os 427 estudos identificados, 19 foram incluídos, e apesar de não explicitar um conceito de melhor prática, apresentam práticas de gestão do HIV expressas como uma melhor prática por meio da avaliação de estratégias, ferramentas, serviços de saúde, programas de saúde, intervenções e ações que contribuiram para uma a melhoraria de uma determinada condição de saúde na prevenção e cuidado em HIV. Conclusão: As práticas identificadas nos estudos com uma “melhor prática” justificam-se pela análise dos aspectos de avaliação, os quais expressaram modificações positivas contribuindo para melhorias das práticas de gestão do HIV. Acredita-se que esses achados podem subsidiar a construção de políticas públicas em diferentes cenários e a instituição de práticas de saúde que visem a melhoria da qualidade das ações direcionadas à gestão do HIV.

Publicado

2022-07-05

Como Citar

1.
Celuppi IC, Metelski FK, Suplici SER, Costa VT, Meirelles BHS. Melhores práticas de gestão no cuidado ao HIV: scoping review. Saúde debate [Internet]. 5º de julho de 2022 [citado 12º de agosto de 2022];46(133 abr-jun):571-84. Disponível em: https://revista.saudeemdebate.org.br/sed/article/view/6253