Agrotóxicos e saúde: limites e possibilidades metodológicas na pesquisa científica

Autores

  • André Inácio da Silva Universidade de São Paulo (USP), Faculdade de Saúde Pública, Programa de Pósgraduação em Saúde Pública (PPG-SP) – São Paulo (SP), Brasil. https://orcid.org/0000-0002-7086-677X
  • Lyriel de Oliveira Santos Universidade Estadual de Maringá (UEM), Programa de Pós-Graduação em Biociências e Fisiopatologia (PBF) – Maringá (PR), Brasil. https://orcid.org/0009-0008-2294-2361
  • Renata Sano Lini Universidade Estadual de Maringá (UEM), Programa de Pós-Graduação em Biociências e Fisiopatologia (PBF) – Maringá (PR), Brasil. https://orcid.org/0000-0002-6161-2225
  • Aline Amenencia de Souza Universidade Estadual de Maringá (UEM), Programa de Pós-Graduação em Biociências e Fisiopatologia (PBF) – Maringá (PR), Brasil https://orcid.org/0000-0003-2150-8236
  • Maiara Basseto Sena Universidade Estadual de Maringá (UEM), Programa de Pós-Graduação em Biociências e Fisiopatologia (PBF) – Maringá (PR), Brasil.
  • Beatris Truzzi Silva Universidade Estadual de Maringá (UEM), Programa de Pós-Graduação em Biociências e Fisiopatologia (PBF) – Maringá (PR), Brasil.
  • Simone Aparecida Galerani Mossini Universidade Estadual de Maringá (UEM), Programa de Pós-Graduação em Biociências e Fisiopatologia (PBF) – Maringá (PR), Brasil. https://orcid.org/0000-0001-9535-0983

Palavras-chave:

Métodos, Saúde ocupacional, População rural, Agroquímicos, Exposição a praguicidas

Resumo

Este estudo teve como objetivo identificar os desafios metodológicos enfrentados por pesquisadores e as estratégias adotadas para superá-los em projetos de pesquisa e extensão envolvendo populações rurais expostas a agrotóxicos. Trata-se de uma pesquisa metodológica, qualitativa, de caráter descritivo e exploratório. A metodologia incluiu reuniões de reflexão e discussão entre os pesquisadores/autores, revisão narrativa de literatura e síntese de recomendações. Os resultados destacaram dificuldades na comunicação com as comunidades, na execução de atividades de campo e na divulgação científica, especialmente diante de barreiras culturais e logísticas, além da escassez de financiamento. As estratégias de superação envolveram a produção de materiais adaptados ao contexto cultural e linguístico das comunidades, o fortalecimento do diálogo com lideranças comunitárias, parcerias interinstitucionais e a adoção de estratégias alternativas para captação de recursos. Conclui-se que a efetividade de projetos de pesquisa e extensão, nesse contexto, depende da adoção de abordagens participativas e colaborativas, bem como do planejamento criterioso das etapas previstas.

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Publicado

2026-10-08

Como Citar

1.
Silva AI da, Santos L de O, Lini RS, Souza AA de, Sena MB, Silva BT, et al. Agrotóxicos e saúde: limites e possibilidades metodológicas na pesquisa científica. Saúde Debate [Internet]. 8º de outubro de 2026 [citado 8º de outubro de 2026];50(151 out-dez). Disponível em: https://revista.saudeemdebate.org.br/sed/article/view/11350

Edição

Seção

Artigo Original

Declaração de dados

  • Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito