Saúde em Debate v. 43, n. 123, OUT-DEZ. 2019

“A Vigilância em Saúde que hoje reúne a vigilância epidemiológica, sanitária, ambiental e de saúde do trabalhador ainda tem muito que progredir até dar direito pleno de notificação epidemiológica a todos os cidadãos, e não apenas aos profissionais de saúde. Todos os cidadãos notificantes deveriam ter direito às normas de confidencialidade, de saber os resultados da investigação e de partilhar a tomada de decisões em momentos de guerra humana, química, viral ou bacteriológica4. A diretriz central do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) refletida nas publicações históricas da revista ‘Saúde em Debate’ afirma: sem democracia, não há saúde. O corolário do século XXI é: sem democracia e comitês populares participativos, não há Vigilância em Saúde”. [extraído do editorial do presente número, assinado por Heleno Rodrigues Corrêa Filho].

O último número regular de 2019 apresenta: análise estratégica do QualiSUS-Rede; indicadores de desempenho de acesso à atenção especializada no SUS; absenteísmo de usuários como fator de desempenho; Hospital Universitário na rede de atenção reumatológica; Programa Seguro-Emprego na indústria automobilística; contexto rural e reabilitação profissional no Vale do Ribeira; autossuficiência alimentar no agronegócio em Mato Grosso; exposição a agrotóxicos e portadores da doença de Parkinson; Medicina Integrativa no Sul do Brasil; autocuidado de portadores de diabetes; maternidade nas histórias contadas por mulheres; mortes maternas por aborto no Piauí; sífilis gestacional e congênita, análise epidemiológica e espacial; acidentes automobilísticos no Brasil em 2017; participação de um conselho municipal de saúde no Sul do Brasil; Complexo Econômico Industrial da Saúde e a Pesquisa Translacional; habitação saudável e biossegurança; Práticas Integrativas e Complementares na atenção básica; povos originários da floresta amazônica na gestação e no puerpério; publicações sobre Residência Multiprofissional em Saúde; georreferenciamento e mapeamento no processo de territorialização na Atenção Primária à Saúde; promoção da saúde no regime semiaberto do sistema penitenciário.

Publicado: 19-02-2020

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