Edições anteriores

  • Saúde em Debate v. 44, n. especial 2, JUL. 2020 - Desenvolvimento, Desastres e Emergências em Saúde Pública Desenvolvimento, desastres e emergências em saúde pública
    v. 44 n. Especial 2 (2020)

    “Em abril de 2019, completando três meses após o desastre provocado pela Vale, que atingiu Brumadinho com centenas de óbitos e afetou dezenas de outros municípios com a lama de rejeitos e seus contaminantes ao longo do Rio Paraopeba, começamos a preparar este número especial da revista ‘Saúde em Debate’, tendo como tema: Desenvolvimento, Desastres e Emergências em Saúde Pública. Nosso objetivo inicial foi combinar em um mesmo número a pesquisa acadêmica e o debate público sobre diferentes tipos de desastres e as emergências em saúde, incluindo a emergência climática”. Trata-se da Apresentação da Saúde em Debate v. 44, nº especial 2 de 2020, assinada pelos editores científicos convidados Carlos Machado de Freitas, Simone Santos Oliveira e Christovam Barcellos, representantes da Fundação Oswaldo Cruz – Rio de Janeiro.

    Temas abordados: histórico, conceitos e aplicações de emergências em saúde pública; vidas sob riscos de desastres; planejamento de ações de gestão em risco de desastres; redução de riscos à saúde relacionados com mudanças climáticas, desastres e emergências em saúde pública; emergências em saúde pública e o Zika vírus no Brasil; hospitais seguros em desastres; Sistema de Comando de Incidentes e comunicação de riscos; avaliação da resiliência a desastres na saúde; políticas públicas ante a gestão de riscos de desastres; desastre da Samarco e políticas de saúde no Espírito Santo; integração dos serviços de saúde na gestão de riscos de desastres no caso de Blumenau, SC; inundações: atuação do Ministério da Saúde em ocorrências no Brasil; vulnerabilidade do setor saúde a desastres na perspectiva dos profissionais e gestores de Nova Friburgo; inundações recorrentes em área urbana regularizada; Sistemas de Informações Geográficas na gestão de riscos de desastres e emergências; saúde mental das pessoas em situação de desastre natural; segurança de barragens; território e desterritorialização: o sofrimento social por desastre ambiental; saúde dos trabalhadores da Defesa civil no rompimento da barragem do Fundão; incêndios florestais na Amazônia; luta e resistência de uma comunidade de pesca artesanal; vigilância em saúde e desastres naturais; aspectos psicossociais em desastres socioambientais; desafio do cuidado em saúde mental  no desastre da Vale; vigilância em saúde ambiental no rompimento da barragem de Brumadinho; debates sobre o processo desastres no rompimento da barragem de Brumadinho.

  • Saúde em Debate v. 44, n. 125, abr-jun, 2020 Saúde em Debate, abr-jun
    v. 44 n. 125 (2020)

    O editorial da Saúde em Debate nº 125, assinado por Ana Maria Costa, Maria Lucia Frizon Rizzotto e Lenaura de Vasconcelos Costa Lobato, abre a revista com uma análise sobre a Covid-19 no Brasil: “A pandemia encontrou a Nação com um governo de ultradireita, militarizado, desnorteado e submerso em uma crise política, agravada por um baixo desempenho da economia com crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), em 2019, de apenas 1,1% e contabilizando cerca de 13 milhões de desempregados. Essa combinação de fatores e crises tem aprofundado a instabilidade política e se revelado trágica sob todos os pontos de vista, fazendo com que o País se assemelhe a uma nau sem rumo, prestes ao naufrágio”.

    A revista apresenta os seguintes temas: Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade (PMAQ-AB) em um município baiano; dimensão política dos enfermeiros na implementação do PMAQ-AB; processo formativo com educadores/as populares do EdPopSUS; moradores de uma ocupação urbana se o ‘empoderamento’ em saúde; cuidado paliativo oncológico; mortalidade por câncer de colo no Brasil; Equipe de Saúde da Família e o cuidado a usuários de drogas; Diabetes Mellitus no Programa Mais Médicos, em um município da região metropolitana do Recife; atendimento de população idosa nas Unidades de Pronto Atendimento do município do Rio de Janeiro; Assistência Farmacêutica na atenção primária: a lacuna do cuidado farmacêutico; Desempenho da Gestão da Vigilância em Saúde; população em situação de vulnerabilidade social acompanhadas em Belford Roxo (RJ); satisfação dos usuários com a atenção à saúde bucal na Paraíba; dengue e sua relação com fatores socioambientais no estado da Paraíba; Apoio Matricial na qualificação da Atenção Primária à Saúde às pessoas com doenças crônicas; atenção primária na saúde fluvial; participação universitária em defesa do Sistema Único de Saúde; Atenção Básica e os cuidados intermediários; edição de humanos por meio da técnica do Crispr-cas9: entusiasmo científico e inquietações éticas; privatização do sistema de saúde chileno; escolha da via de parto e a autonomia das mulheres no Brasil; atendimento à mulher em situação de violência; resenha do livro ‘Análise de dados qualitativos’ de Graham Gibbs.

  • Saúde em Debate v. 44, n. 124, jan-mar, 2020 Saúde em Debate
    v. 44 n. 124 (2020)

    O editorial do primeiro número regular da Saúde em Debate de 2020 abre a revista com o título “Lockdown ou vigilância participativa em saúde? Lições da Covid-19”. Traz contribuições para entender o mundo da saúde coletiva no momento crítico da pandemia de Coronavírus de 2020. O Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) tem pautado sua ação de estudos e intercâmbio científico translacional entre os setores saúde, economia, direito, educação popular, e outros, com a interface formalizada nos fóruns de instituições criadas para a luta pela saúde e pela vida.

    A presente edição reúne artigos com as seguintes temáticas: universalidade da VIII Conferência Nacional de Saúde; avaliação do Núcleo de Apoio à Saúde da Família; estudo transversal sobre Educação Permanente em Saúde e Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica; o trabalho do Agente Comunitário de Saúde e a Política Nacional de Atenção Básica; avaliação do Programa Rede Mãe Paranaense; hospitais de média complexidade na Rede de Atenção às Urgências; cuidado de usuários com tuberculose multidrogarresistentes em Recife; avaliação em saúde da criança na atenção primária; nutrição de crianças residentes em áreas de vulnerabilidade social; enfermeiros no cuidado nutricional à criança na Estratégia Saúde da Família; saúde bucal de pessoas com fenda orofacial; cuidado do câncer de mama em município da Bahia; saúde da população em situação de rua; saúde sexual e reprodutiva na etnia Xukuru do Ororubá; diarreia em crianças residentes na Ilha de Guaratiba (RJ); desastre de Brumadinho: políticas públicas e gestão do saneamento; planejamento para o Esgotamento Sanitário no Rio de Janeiro; saneamento e saúde ambiental de bacias hidrográficas; reflexões bioéticas sobre proteção ao meio ambiente e às gerações futuras; relato de experiência sobre a Reforma Sanitária e a saúde dos índios Potyguara.

  • Saúde em Debate v. 44, n. especial 1, JAN. 2020 O Movimento pela Saúde dos Povos: ação global em defesa do direito universal à saúde
    v. 44 n. Especial 1 (2020)

    Bem-vindos, bem-vindas a este suplemento especial da ‘Saúde em Debate’, com foco no trabalho do Movimento pela Saúde dos Povos (MSP), uma rede global de militantes da saúde e organizações ativistas que trabalham além das fronteiras para tornar realidade a visão de 1978 de ‘Saúde para Todos’. Esta edição especial é uma iniciativa do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) e da Associação Latino-Americana de Medicina Social (Alames) para conclamar por uma ação global pelo direito universal à saúde. Uma grande variedade de análises e histórias do ativismo do MSP são compartilhadas nesta edição da ‘Saúde em Debate’. Esses artigos ilustram as conexões entre as necessidades locais de saúde e a economia política global e as maneiras pelas quais os ativistas da saúde estão enfrentando as necessidades locais de forma a contribuir para a construção de um movimento global.

    O número especial 1 de 2020 apresenta artigos com os seguintes temas: o que é o Movimento pela Saúde dos Povos (MSP); ‘Buen Vivir’ no MSP: caminho alternativo de desenvolvimento; resistência à privatização e comercialização da saúde na Índia, Filipinas e Europa; direito à saúde na Colômbia; a escola como espaço de participação social e promoção da cidadania; lutas indígenas e direito à saúde na Colômbia; o potencial transformador da saúde como bens comuns; direito à saúde e antiextrativismo; equidade e interseccionalidade na saúde; desastre com gás de Bhopal; o Cebes como movimento de defesa do direito à saúde; laços entre a Asociación Latinoamericana de Medicina Social (Alames) e o MSP; crise na saúde do Rio de Janeiro; participação da sociedade civil na governança global em saúde; a experiência transformadora da Universidad Internacional para la Salud de los Pueblos; entrevista com Irmã Anne Whibey; resenha do livro Global Health Watch 5; homenagens a David Sanders e Amit Sengupta; documento: The Struggle for Health is the Struggle for a More Equitable, Just and Caring World, do MSP.

  • Saúde em Debate v. 43, n. especial 8, DEZ. 2019 Outros olhares para a Reforma Sanitária Brasileira
    v. 43 n. Especial 8 (2019)

    O objetivo deste número temático foi reunir questões contemporâneas que problematizam o caminho de construção de uma política de saúde no Brasil que garanta a dignidade e o bem-viver das populações. O convite para que outros olhares acerca da Reforma Sanitária Brasileira se apresentem surge em um momento de revoada, com transformações políticas, econômicas e sociais em todos os cantos do planeta, bem como movimentos retrógrados que colocam em xeque os avanços obtidos em décadas de luta por reconhecimento de direitos, penalizando uma vez mais os que ainda buscavam fazer ouvir suas vozes nas sociedades. O Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) e a revista ‘Saúde em Debate’ não só acolheram essa proposta como se constituíram o melhor espaço para provocar esse debate.

    Temas abordados: determinantes sociais e populações de ocupações; crack em Manguinhos (RJ); análise da Estratégia Saúde da Família por movimentos populares do Ceará; saúde no campo: caminhos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST); saúde mental da população negra pelo Grupo de Trabalho Racismo e Saúde Mental do Ministério da Saúde; pessoas LGBT em situação de rua e a saúde em Florianópolis (SC); transexuais e a transição de gênero; cuidado a travestis e mulheres trans em situação de rua em Belo Horizonte (MG); Movimento da Reforma Sanitária e Movimento Sindical da Saúde; o ensino da Reforma Sanitária Brasileira (RSB); indigenismo e Reforma Sanitária; saúde coletiva, colonialidade e subalternidades; o Sistema Único de Saúde (SUS) e a necropolítica liberal; saber-corpo e a descolonização da saúde coletiva; ‘Sobre o conceito da História’ na saúde coletiva; determinantes políticos da crise do SUS; a RSB e o sindicalismo na saúde; saúde coletiva e agroecologia; a RSB e a natureza do Estado: a questão agrária; movimentos feministas e a Reforma Sanitária no Brasil; saúde e Reforma Sanitária no contexto dos povos originários; política de saúde LGBT nas publicações em saúde coletiva; movimentos sociais contra o racismo de Estado: debate na saúde; a construção do SUS a partir da atuação de Agentes Comunitários de Saúde; o movimento social na RSB; resenha do livro ‘O que é lugar de fala’; manifesto sobre saúde e democracia na favela.

  • Saúde em Debate v. 43, n. especial 7, DEZ. 2019 Ciências sociais e saúde coletiva: diálogos
    v. 43 n. Especial 7 (2019)

    Número temático resultado da parceria entre o Departamento de Ciências Sociais (DCS), da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com o Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes). Explora em perspectiva multiprofissional um leque de temas de interesse do campo das ciências sociais aplicado à área de saúde. Retomando o pressuposto original do projeto da saúde coletiva, os artigos e ensaios reunidos incorporam ‘no seu criar, no seu pensar e no seu fazer’ os diferentes pontos de vista das diversas ciências humanas e sociais e do campo da saúde.

    Assuntos abordados:  Complexo Econômico-Industrial da Saúde e produção de medicamentos; cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) no Brasil; investimento público em saneamento no Brasil; equipes de Consultório na Rua; saúde mental de adolescentes femininas em Unidades Socioeducativas; gestão municipal do SUS entre 2017-2020; estigma da População em Situação de Rua no Rio de Janeiro; Serviços Residenciais Terapêuticos no Rio de Janeiro; corpo e paradigma da imunização; avaliação da Estratégia Saúde da Família; justiça social como um imperativo ético; saúde pública: biotecnociência, biopolítica e bioética; ciências sociais em saúde: perspectivas e desafios para a saúde coletiva; a ‘Sociologia da Medicina’ de Gilberto Freyre; avaliação de programas, estratégias e ações de saúde; Itinerário Terapêutico no Brasil; gestão de uma comissão da Associação de Saúde Coletiva (Abrasco); resenha da publicação ‘Saneamento como política pública’ de Heller L.

  • Saúde em Debate v. 43, n. especial 6, DEZ. 2019 Atenção básica e a micropolítica da gestão
    v. 43 n. Especial 6 (2019)

    O Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) junto à Gerência da Atenção Básica da Universidade Federal Fluminense (UFF) apresentam o número especial da revista ‘Saúde em Debate’ ‘Atenção básica e a micropolítica da gestão’. Estão reunidos artigos que disponibilizam formulações e reflexões, produtos de vários anos de experimentação em encontros proporcionados por Curso direcionado à referida Gerência, que reuniu pessoas que trabalham e estão implicadas no cotidiano das redes de saúde.

    O Curso percorreu todo o território brasileiro, foi invadido pelos vários sotaques, experiências de diferentes realidades, as muitas faces do imenso Sistema Único de Saúde se fizeram presentes. Foi produção de uma multidão, que, na sua multiplicidade, trouxe à cena aquilo que é comum a todas e todos nós: a função de acolher, cuidar, proteger os corpos que chegam para serem cuidados nas redes de serviços de saúde.

    Temas abordados: os Agentes Comunitários de Saúde e os desafios da micropolítica da atenção básica; competências do gestor de Unidades de Saúde da Família: prática do enfermeiro; gestores de Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Criciúma; gerenciamento de UBS; Processo Circular: avaliação de UBS; Rede Básica, campo de forças e micropolítica; produção do saber na educação semipresencial; clínica, cuidado e subjetividade; Processo Circular: avaliação da experiência de alunos /gerentes; Fluxograma Descritos para fortalecer a Atenção Primária à Saúde (APS); uso de ferramentas na formação de gerente de UBS; Processo Circular para gestão de conflitos; ferramentas de gestão na micropolítica  do trabalho em saúde; gestão de equipe de Estratégia Saúde da Família  em Pato Branco, PR; qualificação de gerentes de UBS; micropolítica da gestão em curso de Educação a Distância para gerentes da APS.

    O CEBES DESEJA A TODOS BOAS FESTAS E SAÚDE EM 2020!!

  • Saúde em Debate v. 43, n. especial 5, DEZ. 2019 Sistemas universais de saúde
    v. 43 n. Especial 5 (2019)

    Este número especial da revista ‘Saúde em Debate’, realizado por meio da parceria do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), propôs-se a abordar temas relevantes relacionados com a trajetória e com o futuro dos sistemas universais de saúde, em âmbito nacional e internacional. Os artigos e ensaios publicados certamente contribuirão para aprofundar reflexões, prospecções, análises e debates acerca das perspectivas e da sustentabilidade desses sistemas.

    Temáticas abordadas: Sistemas universais de saúde e o futuro do SUS; sistemas universais de proteção social a Cobertura Universal de Saúde; sistema de saúde brasileiro ante a tipologia internacional; reformas neoliberais na saúde pública; financeirização e limites à universalidade da saúde; Atenção Básica à Saúde (ABS) na consolidação dos sistemas universais; fragmentação dos sistemas universais de saúde e os hospitais; acesso à saúde e discursos bioéticos; produção operária italiana e movimento sanitário brasileiro; pesquisa em saúde no Brasil; financiamento federal da ABS no Brasil; economia política e economia da saúde; macrogestão da Rede de Atenção à  Saúde; participação no SUS: instrumentalidade e interface interestatal; tempo de espera e absenteísmo na atenção especializada; Mais Médicos para o Brasil: gestão do Módulo de Acolhimento e Avaliação; educação ambiental; avaliação de serviços de saúde no Brasil; Planos Nacionais de Saúde do Brasil e do Canadá; ética do cuidado e política; Seguro Popular de Saúde mexicano; acesso a medicamentos em sistemas universais de saúde; instrumentos de avaliação de redes de cuidados primários; formação política na graduação de enfermagem; resenha do livro ‘Saúde global’.

  • Saúde em Debate v. 43, n. especial 4, DEZ. 2019 Direitos humanos, justiça e saúde
    v. 43 n. Especial 4 (2019)

    Este número temático representa a produção do primeiro Mestrado Profissional Justiça e Saúde para a Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (Emerj), celebrado entre a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e a Emerj.

    A escolha para publicação na revista ‘Saúde em Debate’, por intermédio do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), entidade nacional criada em 1976, cuja missão histórica é a luta pela democratização e a defesa dos direitos sociais, em particular o direito universal à saúde’, deve-se à importância e à respeitabilidade acadêmica da referida revista.

    Aborda temas tais como: reflexões e possibilidades sobre direitos humanos, justiça e saúde; Poder Judiciário em tempos de Estado-Empresa e a saúde pública; aborto seguro; acolhimento de crianças e adolescentes, e a adoção como solução; judicialização da saúde; judicialização de medicamentos; sentenças dos Juizados Especiais Fazendários do Rio de Janeiro; medicamentos e impostos sobre circulação de mercadorias e serviços; demandas judiciais de medicamentos; Poder Judiciário e políticas públicas de saneamento; sistema de justiça biologizante-mecanicista; Lei Maria da Penha; violência sexual e ofensas contra mulher com deficiência; pessoa transexual e registros alterados; tratamento da pornografia de vingança; deficiência mental e a Lei Brasileira de Inclusão; razão como instrumento de inclusão da loucura: medida de segurança; tratamento de doenças raras no Brasil e a judicialização; tutelas de urgência com pedidos de saúde em plantão judiciário noturno; sistema educacional inclusivo; financiamento público do setor privado de saúde à luz da Constituição Federal.

  • Saúde em Debate v. 43, n. especial 3, DEZ. 2019 Saneamento e saúde ambiental
    v. 43 n. Especial 3 (2019)

    Em pleno século XXI, o Brasil ainda apresenta enormes desafios em relação à oferta dos serviços de saneamento. Os dados de 2017 do Sistema Nacional de Informação sobre o Saneamento (SNIS) mostram que 83,5% da população brasileira tem acesso à rede de abastecimento de água, 46,0% são atendidos por coleta e tratamento dos seus esgotos gerados e 98,8% têm coleta regular de resíduos sólidos urbanos. Apesar desses números representarem um avanço em relação aos anos anteriores, ainda temos mais de 30 milhões de brasileiros que não possuem água em qualidade e quantidade adequadas para suas necessidades básicas, e mais de 100 milhões descartam seus esgotos in natura no ambiente.

    Diante desse cenário, foi elaborado este número temático especial, fruto do compromisso institucional do Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental (DSSA), da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com o Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), visando divulgar o conhecimento científico produzido por pesquisas desenvolvidas nos campos do saneamento e da saúde ambiental, suas interfaces e impactos na qualidade de vida e saúde da população brasileira.

    O número temático apresenta artigos sobre qualidade da água e sua correlação com a diarreia e hepatite A, no Distrito Federal/Brasil; qualidade da água e o acesso à informação; reabilitação de rios; fluoretação da água segundo trabalhadores; gerenciamento de resíduos em laboratórios; descarte de resíduos de serviços de saúde animal; evolução da drenagem urbana; sistemas modulares vegetados para promoção da saúde; saneamento básico e incidência de cólera; moradia em áreas de risco; terrorismo químico; tratamento e reúso de efluentes da indústria de antibióticos; bioterrorismo; desafios na gestão de resíduos; e atenção psicossocial em situação de desastres.

  • Saúde em Debate v. 43, n. especial 2, NOV. 2019 Pesquisa translacional em saúde coletiva: da bancada ao SUS
    v. 43 n. Especial 2 (2019)

    “A pesquisa translacional significa coisas diferentes para pessoas diferentes, mas parece importante para quase todas” (Steven Woolf).

    A revista ‘Saúde em Debate’, com o pioneirismo que lhe é característico, acolheu a proposta da edição temática ‘Pesquisa translacional em saúde coletiva: da bancada ao SUS’. Este fascículo, que foi financiado pelo Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da Universidade de Brasília, reúne artigos que apresentam investigações interdisciplinares, envolvendo a pesquisa biomédica, tecnológica e clínica, mas também a epidemiológica e a pesquisa sobre programas e políticas de saúde.

    Apresenta temas tais como: Cartão de Evento-Crítico; Pesquisa Translacional em vitamina A; Comitê Gestor da Pesquisa como dispositivo para implementação de pesquisa em saúde mental; Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia na saúde e a Pesquisa Translacional; Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (SUS); pesquisa translacional no Brasil e a Agenda do SUS; tecnologia dura para tratamento do pé diabético; pesquisa sobre prevenção e controle da anemia em crianças; sistema brasileiro de inovação em Medicina de Precisão para Câncer; pesquisa translacional e o segmento farmacêutico; Deep Learning para diagnóstico de doenças e identificação de insetos vetores; Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo: listas de produtos estratégicos; pesquisa translacional na era pós-genômica; medicamentos e pesquisa translacional: políticas de saúde; Tradução do Conhecimento e desafios contemporâneos na saúde; Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo: monitoramento estratégico.

  • Saúde em Debate v. 43, n. 123, OUT-DEZ. 2019 Saúde em Debate v. 43, n. 123, out-dez, 2019
    v. 43 n. 123 (2019)

    “A Vigilância em Saúde que hoje reúne a vigilância epidemiológica, sanitária, ambiental e de saúde do trabalhador ainda tem muito que progredir até dar direito pleno de notificação epidemiológica a todos os cidadãos, e não apenas aos profissionais de saúde. Todos os cidadãos notificantes deveriam ter direito às normas de confidencialidade, de saber os resultados da investigação e de partilhar a tomada de decisões em momentos de guerra humana, química, viral ou bacteriológica4. A diretriz central do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) refletida nas publicações históricas da revista ‘Saúde em Debate’ afirma: sem democracia, não há saúde. O corolário do século XXI é: sem democracia e comitês populares participativos, não há Vigilância em Saúde”. [extraído do editorial do presente número, assinado por Heleno Rodrigues Corrêa Filho].

    O último número regular de 2019 apresenta: análise estratégica do QualiSUS-Rede; indicadores de desempenho de acesso à atenção especializada no SUS; absenteísmo de usuários como fator de desempenho; Hospital Universitário na rede de atenção reumatológica; Programa Seguro-Emprego na indústria automobilística; contexto rural e reabilitação profissional no Vale do Ribeira; autossuficiência alimentar no agronegócio em Mato Grosso; exposição a agrotóxicos e portadores da doença de Parkinson; Medicina Integrativa no Sul do Brasil; autocuidado de portadores de diabetes; maternidade nas histórias contadas por mulheres; mortes maternas por aborto no Piauí; sífilis gestacional e congênita, análise epidemiológica e espacial; acidentes automobilísticos no Brasil em 2017; participação de um conselho municipal de saúde no Sul do Brasil; Complexo Econômico Industrial da Saúde e a Pesquisa Translacional; habitação saudável e biossegurança; Práticas Integrativas e Complementares na atenção básica; povos originários da floresta amazônica na gestação e no puerpério; publicações sobre Residência Multiprofissional em Saúde; georreferenciamento e mapeamento no processo de territorialização na Atenção Primária à Saúde; promoção da saúde no regime semiaberto do sistema penitenciário.

  • Saúde em Debate v. 43 n. 122
    v. 43 n. 122 (2019)

    O editorial da ‘Saúde em Debate’ v. 43, n. 122 trata da divulgação pela Capes da classificação dos periódicos com base no Qualis Único, o qual estabelece uma única classificação de referência para cada periódico, que gerou preocupação, traduzida em diversas manifestações, tanto por parte de instituições e programas de pós-graduação como entre os editores científicos de revistas do campo da saúde coletiva. O Cebes salienta que a metodologia de avaliação de periódicos proposta pela Capes, além de não atender às necessidades de difusão do conhecimento em saúde coletiva no Brasil, vem em momento de profunda restrição do financiamento público das pós-graduações e dos próprios periódicos.

    Este número reúne temas como: grupos de pesquisa de avaliação em saúde; Assistência Farmacêutica para Medicamentos Judicializados; gestão federal na Atenção Básica (AB); ações e serviços de saúde de média complexidade; Vigilância em Saúde em Pernambuco; tratamento de câncer de mama; acesso e acolhimento na AB do Pará; saúde da população rural; enfermeiros na Estratégia Saúde da Família; sistema e-sus AB; violência contra idosos na AB; cuidado à família enlutada; alta de pacientes do Caps-AD; álcool entre usuárias das Unidades de Saúde da Família em Recife; Programa Bolsa Família: mortalidade e nutrição; internacionalização dos periódicos da saúde coletiva; cuidado na Rede de Atenção Psicossocial; Projeto Vivências e Estágios na Realidade do Sistema Único de Saúde; câncer e exposição a pesticidas; gestão de eventos QBRN; racismo institucional e saúde da mulher negra; biofilia e cuidados paliativos; cuidado e redução de danos.

  • Políticas, programas e ações de educação na saúde
    v. 43 n. Especial 1 (2019)

    O Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) junto ao grupo de pesquisa Políticas, Programas e Ações de Educação na Saúde (PPAES), do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IMS/Uerj), apresentam esta edição temática dedicada à publicação de artigos que apresentem e discutam o estágio de implementação das políticas de gestão da educação na saúde.

    Com esta publicação, acreditamos que estamos colaborando para a consolidação dessa área, tendo em vista, inclusive, o apoio à manutenção e ao aperfeiçoamento de políticas instituídas que vêm contribuindo significativamente para o processo de fortalecimento do SUS e as fragilidades e desafios que ainda precisam ser superados.

    A revista reúne artigos que abordam: Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS); PET-Saúde/GraduSUS; acreditação pedagógica de cursos lato sensu em Saúde Pública; educação interprofissional no Programa Mais Médicos; Educação Interprofissional na enfermagem e na medicina; Educação Permanente em Saúde (EPS) no PMAQ-AB; Educação Interprofissional nas políticas de formação em saúde; interface PET-Saúde/Interprofissionalidade e PNEPS; mídias e plataformas na EPS; EPS na Rede Brasileira de Escolas de Saúde Pública; EPS no Mato Grosso do Sul; produção científica sobre docência em saúde no Brasil.

  • Saúde em Debate v. 43 n. 121
    v. 43 n. 121 (2019)

    A Saúde em Debate v. 43 n. 121 de 2019 sai às vésperas da 16ª Conferência Nacional de Saúde, convocada em 2018 pelo Conselho Nacional de Saúde, com o lema: Democracia e Saúde. Ciente dos tempos que o Brasil atravessa nos últimos anos, com sabedoria, a Conferência adotou a ideia de que a 16ª será a 8ª + 8 = 16, isto é, deverá se debruçar sobre os grandes eixos tratados na histórica 8ª Conferência: Saúde como direito, Consolidação dos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e Financiamento do SUS.

    O Cebes, quando de sua fundação, em 1976, entendeu de maneira clara que saúde e democracia constituem um par indivisível. Um não pode existir sem o outro. E sabia que a luta para assegurar saúde e democracia não era de longo prazo, era permanente. O que talvez tenhamos subestimado foi a agressividade de nossas elites escravocratas contra qualquer avanço social e seu esforço insanável de rapina e ganhos de curto prazo, ausência de projeto nacional e descompromisso com a soberania e a democracia.

    Este número aborda os seguintes temas: os 30 anos do SUS e a relação público-privada; regionalização em saúde no Acre; alocação de recursos na atenção à saúde no Brasil; orçamentos públicos em saúde; Sistema de Classificação de Risco Manchester; reconciliação de medicamentos; trabalhadores da saúde e empresa estatal de direito privado; malformações congênitas e agrotóxicos; gestantes de alto risco; abortamento após estrupo; redes sociais e apoio ao aleitamento materno; família e cuidado em saúde mental; Caps – Álcool e Drogas; transtornos mentais e pessoas convivendo com HIV; hipertensos na atenção básica; cuidado de idosos; Diabetes Melittus na mídia impressa; regulação de preços de medicamentos; produção científica sobre o Projeto Mais Médicos para o Brasil; controle da hanseníase; atenção domiciliar no SUS; acesso avançado em uma Unidade de Saúde da Família em São Paulo; atuação do médico de família; saúde mental em centro de detenção de refugiados; Projeto Gestão e Gentileza em plantões noturnos.

  • Saúde em Debate v. 43, n. 120 Saúde em Debate v. 43 n. 120
    v. 43 n. 120 (2019)

    Reforma da previdência: o golpe fatal na seguridade social brasileira

     O editorial do v. 43 n. 120 da Saúde em Debate, assinado por Lenaura de Vasconcelos Costa Lobato, Ana Maria Costa e Maria Lucia Frizon Rizzotto, retoma os princípios da Reforma Sanitária defendida pelo Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), em que se compreende que a saúde deve fazer parte de um amplo sistema de proteção social, integral, democrático e participativo. “A reforma da previdência que queremos é aquela que amplia direitos, corta os reais privilégios e garante dignidade a todos os brasileiros. Essa, não!”.

    Temas abordados: integralidade no Programa Mais Médicos (PMM); política prisional e atenção à saúde da criança; Projeto QualiSUS-Rede; Secretarias Municipais de Saúde; hospitais regionais no Nordeste; discursos eleitorais para políticas de saúde; Centros de Informação e Assistência Toxicológica no Brasil; Centros de Especialidades Odontológicas no Brasil; enfrentamento da violência infantil; assistência ao Diabetes Melittus; a casa como espaço do cuidado por Agentes Comunitários de Saúde; pesquisa social/pesquisa qualitativa na saúde coletiva; política de ciência e tecnologia para saúde; saúde do trabalhador de saúde; avaliação de políticas de saúde bucal no Brasil; Educação Permanente em Saúde na atenção primmária; estudo de avaliabilidade na saúde; avaliação do PMM; participação social e acesso à justiça em São Paulo; descarte correto de medicamentos: atividades educativas; resenha do livro ‘A economia desumana: porque mata a austeridade’.

  • Promoção de Saúde
    v. 42 n. especial 4 (2018)

    Promoção de Saúde, práxis de autonomia e prevenção da violência

    O editorial da revista ‘Saúde em Debate’ especial ‘Promoção de Saúde’ apresenta a Promoção de Saúde como uma das mais promissoras estratégias de produção de saúde nas sociedades atuais, dada a sua potencialidade na abordagem das doenças crônico-degenerativas, das violências e acidentes e das doenças transmissíveis, entre as quais, especialmente, as doenças emergentes, reemergentes e negligencidadas.

    O Programa de Pós-Graduação de Promoção de Saúde e Prevenção da Violência da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Núcleo de Promoção de Saúde e Paz que, juntamente com ‘Saúde em Debate’, assumiram a editoria deste número, cujo objetivo é contribuir para a qualidade das práticas de saúde, unicamente possível se produzida nos marcos da liberdade.

    Temas abordados: mulher em situação de violência no Brasil; mediação de conflito no SUS; violência e Atenção Primária à Saúde; violência contra idosos; violência em assentamento rural (visão de adolescentes); Planejamento Participativo Regionalizado; Programa Saúde na Escola; Atividade Física na população brasileira; consumo de álcool; tabagismo entre adolescentes do sexo feminino; mudanças percebidas em usuários de Centros de Atenção Psicossocial; adoecimento psíquico na sociedade contemporânea; Educação Permanente em Saúde; cuidado em rede e movimentos de redes vivas; intoxicação por agrotóxicos; Internações por Condições Sensíveis; corpo, movimento e saúde; acolhimento na vigilância em saúde; Salutogênese-Camponês a Camponês; trabalho e saúde mental.

  • Saúde em Debate v. 42, n. 119 Saúde em Debate
    v. 42 n. 119 (2018)

    2018: um ano que deixou marcas indeléveis na sociedade brasileira

    “Em 2018, ao mesmo tempo que comemoramos os 30 anos da Constituição Cidadã e do Sistema Único de Saúde (SUS), vivemos momentos de profunda insegurança e das consequências da ruptura do pacto nacional estabelecido com o fim da ditadura militar, que permitiu avanços significativos no campo dos direitos sociais. [...] Já se fazem sentir as consequências [...]: o retorno do Brasil ao mapa da fome, o aumento da desigualdade, a volta do sarampo, a reversão da queda da taxa de mortalidade infantil e o deslocamento dos planos de saúde na direção do SUS em função da precarização do trabalho e do desemprego. [...] O Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) reafirma seu compromisso com a defesa da Constituição de 1988 e com a realização da XVI Conferência Nacional de Saúde, que tem como lema Democracia é Saúde. Um ano de luta, solidariedade e unidade. Ninguém solta a mão de ninguém!”

    Estes são trechos do editorial do último número regular da Saúde em Debate de 2018, assinado por Lucia Souto,  presidente do Cebes. Apresenta os seguintes temas: cursos de graduação em Saúde Coletiva; gestores locais no sistema de saúde descentralizado no Brasil; financiamento federal da política de saúde bucal no Brasil; medicamentos no SUS; Planos de Cargos, Carreiras e Salários; violência entre mulheres e uso de crack; Programa Crack, é Possível Vencer; política de saúde bucal na Bahia; satisfação de usuários a partir da Carta SUS; avaliação da assistência quanto à vacinação; criança diabética; contribuição do agente comunitário na atenção primária; atividades físicas de trabalhadores brasileiros; informação sobre diabetes nos blogs; idosos na Atenção Primária à Saúde; Sérgio Arouca: dilemas preventivista e promocionista; teorias da justiça de John Rawls e Norman Daniels; Núcleos Ampliados de Saúde da Família: revisão integrativa.

    Desejamos a todos um 2019 com energias renovadas!

  • Crise atual do capitalismo, desigualdade e o impacto na saúde
    v. 42 n. especial 3 (2018)

    Crise atual do capitalismo, desigualdade e o impacto na saúde

     

    O editorial da ‘Saúde em Debate’ nº especial 3 de 2018 apresenta a revista com a questão ‘Democracia, direitos humanos, desigualdade e saúde: que caminhos trilhamos?’. Lembra da crise do capitalismo de 1929, a partir do crash da bolsa de Nova York, que impactou praticamente todo o mundo, com falências de empresas, desemprego e grave impacto social. E afirma que a crise disseminada no mundo hoje tem sido considerada por especialistas de várias áreas do conhecimento como a mais grave desde 1929.  No Brasil, um país sem políticas universais de proteção social, o impacto econômico atinge principalmente as populações mais necessitadas.

    Assuntos abordados: geopolítica internacional e a estratégia imperial dos Estados Unidos; a berlinda da Constituição de 1988; saúde pública e pós-democracia; reforma das comunicações; desigualdade no Brasil; desestabilização do trabalho; progresso, retrocesso e resistência na América Latina; movimentos e mobilizações sociais no Brasil; capitalismo, democracia e cidadania; civilização ou barbárie; saúde, luta de classes e a Reforma Sanitária Brasileira; SUS e setor privado assistencial; política econômica e saúde pública; a questão agrária no Brasil; as cidades brasileiras e a saúde pública; reforma tributária no Brasil; avaliação no SUS e o produtivismo no capitalismo contemporâneo.

  • Saúde em Debate v. 42 nº especial 2 Análise política em saúde II
    v. 42 n. especial 2 (2018)

    ANÁLISE POLÍTICA EM SAÚDE II

    Trata-se de um número especial da ‘Saúde em Debate’ produto da parceria do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) com o Observatório de Análise Política em Saúde (OAPS), lançado durante a V Oficina de Trabalho do OAPS (Salvador/BA), em um contexto de eleições presidenciais que definem o cenário para desenvolvimento das políticas de saúde e, especialmente, para o Sistema Único de Saúde (SUS).

    Os leitores encontrarão um conjunto de artigos que abordam o processo político em saúde de diversos ângulos, sejam questões gerais relacionadas com a luta pelo direito à saúde, no Brasil e em outros países, sejam aspectos específicos do processo de formulação e implementação de políticas em diversas temáticas, especialmente no que diz respeito à organização do SUS, em nível nacional, estadual e municipal.

    Temas abordados: crise de 2008 e a política de saúde no Brasil; a saúde nas eleições estadudinenses de 2016; gasto público e privado com saúde; tecnologias no SUS; ações judiciais contra a Vigilância Sanitária; política de saúde no Brasil; Política Nacional de Saúde Bucal; atenção pré-natal no Brasil; visitas domiciliares e Agentes Comunitários de Saúde; trabalho em saúde na Atenção Primária à Saúde; Programa Farmácia Popular; serviços farmacêuticos e o paciente com tuberculose; limites do Programa de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB); Programa de Valorização do Profissional da Atenção básica na Bahia; trajetórias tecnológicas em saúde no cuidado da diabetes; saúde bucal na Estratégia Saúde da Família; gestão indireta da atenção hospitalar; saúde do idoso na televisão; inserção de nutricionista em programas de pós-graduação em saúde coletiva; PET-Saúde/GraduaSUS; promoção da saúde no estado da Bahia; implantação da Política de Saúde Bucal; satisfação do usuário nos serviços de saúde; abordagens teórico-metodológicas na análise política em saúde; produção científica sobre análise política em saúde; e saúde no campo e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra.

  • Saúde em Debate v. 42 nº especial 1 30 anos de APS no SUS: estratégias para consolidação
    v. 42 n. especial 1 (2018)

    30 anos de APS no SUS: estratégias para consolidação

    Este número especial da revista ‘Saúde em Debate’ apresenta uma coletânea de artigos produzidos por grupos de pesquisa de instituições de ensino superior participantes da Rede de Pesquisa em Atenção Primária à Saúde (Rede APS), assim como de instituições de ensino superior envolvidas com a coleta de dados para avaliação externa das equipes de atenção básica no âmbito do PMAQ- AB.

    Neste mês, em que comemoramos 30 anos da criação do Sistema Único de Saúde (SUS) pela Constituição Cidadã de 1988 e 40 anos de Alma Ata, o convite ao debate sobre os rumos e desafios da APS no SUS proporcionado é muito bem-vindo e oportuno.

    O número temático reúne temas tais como: Estratégia Saúde da Família como modelo de APS resolutivo; mudanças na Política Nacional de Atenção Básica; resultados do PMAQ-AB; análise espacial da atenção básica no Brasil; cobertura da APS para populações rurais e urbanas; avaliação externa do PMAQ-AB; os Agentes Comunitários de Saúde no Brasil contemporâneo; Núcleo de Apoio à Saúde da Família a partir dos dados do PMAQ; desigualdades intermunicipais no trabalho em saúde bucal; as Práticas Integrativas e Complementares na APS; a graduação em medicina ante os desafios da APS; qualidade da APS no Brasil; financiamento federal da atenção básica; coordenação do cuidado no SUS; conquistas e desafios dos agente comunitários; formação e prática de enfermeiros: avanços, desafios e estratégias; desafios do monitoramento e avaliação da atenção básica; direito à saúde da população do campo, floresta e águas; privatização da saúde; PNAB: cuidado X mercado de saúde; Programa Mais Médicos: produção acadêmica; APS: situação, problema e superação; promoção da saúde na APS; Rede de Pesquisa em APS da Abrasco; documentos: agenda estratégica APS, declaração APS da Alames, Astana/APS; e finaliza com uma resenha do livro ‘Atenção Primária à Saúde: conceitos, práticas e pesquisa.

  • Saúde em Debate v. 42 nº 118 Julho/Setembro
    v. 42 n. 118 (2018)

    O editorial da Saúde em Debate v. 42 nº 118 abre a revista tratando das eleições e dos novos governos: “O processo eleitoral brasileiro de 2018 ocorre sob um clima de extrema tensão política e de fragilidade das instituições democráticas. As eleições que definirão a presidência da República, os governos estaduais, o senado federal e as câmaras legislativas exigem que o Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), mais uma vez, manifeste-se em defesa da democracia, dos direitos humanos e do direito universal à saúde, garantidos há 30 anos pela Constituição Federal”.

     Apresenta temas como: a saúde em Guiné-Bissau; instrumentos de planejamento em saúde; Rede de Urgência e Emergência; prática baseada em evidência na APS; qualidade da atenção básica na perspectiva dos ACS; atenção especializada em Pernambuco; satisfação do usuário em odontologia no Ceará; diagnóstico em saúde mental; apoio matricial em saúde mental; atendimento ao deficiente intelectual; imigração haitiana: histórias, trabalho e saúde; tratamento do câncer de colo de útero; doulas e modelos de assistência obstétrica; tecnologia mHealth; práticas integrativas e complementares na sáude; cuidadores praticantes de equoterapia; sistemas de saúde em tempos de webcontrole; diagnóstico precoce do câncer; Programa Saúde na Escola.

  • Abril/Junho
    v. 42 n. 117 (2018)

    “A questão dos agrotóxicos rompe os limites da ética da preservação da saúde e da vida”. Este é o título do editorial da Saúde em Debate v. 42 nº 117. Trata do Projeto de Lei no 6.299/2002, que facilita a liberação de agrotóxicos, já aprovado em uma Comissão Especial da Câmara dos Deputados e que logo será votado no seu Plenário. A proposta em discussão, além de propor a substituição de terminologias visando atenuar, semanticamente, os riscos destes produtos (de agrotóxicos para defensivos agrícolas), reduz o poder de decisão de órgãos destinados à análise dos riscos ambientais e à saúde humana.

    O Cebes está comprometido com a luta por mais recursos para pesquisas que investiguem esse tipo de problema, gerando informações que contribuam para ampliação da consciência crítica e para a mobilização por mudanças; além do compromisso da revista ‘Saúde em Debate’ na divulgação de resultados de estudos que evidenciem os malefícios à natureza e à saúde desse modelo de desenvolvimento econômico baseado na produção de commodities.

    Este número traz artigos sobre: formas político-jurídicas do Estado no capitalismo contemporâneo; programas de transferência de renda; atenção básica em saúde; organização do trabalho na atenção ao pré-natal; PMAQ  na visão de trabalhadores; doulas e humanização do parto; tuberculose e redes sociais; rede de cuidado às pessoas com deficiência; idosos em instituições de longa permanência; iniciativas do Poder Legislativo para a saúde em Pernambuco; Programa Mais Médicos na mídia; Hans Prinzhorn e a reforma psiquiátrica; agrotóxicos e a saúde humana e ambiental; e uma resenha do livro “The takeover of social policy by finalization: the brazilian paradox”, de Lena Lavinas.

  • Saúde em Debate v. 42 n.116 Janeiro/Março
    v. 42 n. 116 (2018)

    A Saúde em Debate inicia 2018 com seu editorial sobre a luta do Cebes pela justiça social e pela democracia com direitos sociais. O Cebes propõe um debate que parte da constatação de que o golpe de Estado foi engendrado para devolver o Brasil a uma condição subalterna no jogo internacional. A reversão dessa tragédia nacional não virá das classes dominantes, mas das classes e frações de classes que estão sofrendo e sofrerão as consequências do desmonte do Estado brasileiro e da perda de direitos. O Cebes estará junto nessa luta.

    A revista apresenta artigos sobre: retrocessos e riscos da PNAB para o SUS; regionalização do SUS; blocos de financiamento da saúde; hospitais filantrópicos; Estratégia Saúde da Família; Vigilância Epidemiológica; sofrimento mental de professores; reabilitação profissional; LER/Dort; influência raça/cor na obstetrícia; mortalidade infantil no Semiárido brasileiro; depressão em usuários com HIV/Aids; diabetes mellitus na atenção básica; hipertensão arterial na atenção primária; atendimento pré-hospitalar móvel de urgência; processo de trabalho da enfermagem; seringas hipodérmicas de uso único; atenção domiciliar para pacientes oncológicos; PMAQ-AB; cultura das garrafadas; microssistema linguístico de Ivan Illich; vigilância da água; residências terapêuticas; Política Informada por Evidência; vigilância da saúde; cultura organizacional na saúde; transtornos alimentares e obesidade.