• Crise atual do capitalismo, desigualdade e o impacto na saúde
    v. 42 n. especial 3 (2018)

    Crise atual do capitalismo, desigualdade e o impacto na saúde

     

    O editorial da ‘Saúde em Debate’ nº especial 3 de 2018 apresenta a revista com a questão ‘Democracia, direitos humanos, desigualdade e saúde: que caminhos trilhamos?’. Lembra da crise do capitalismo de 1929, a partir do crash da bolsa de Nova York, que impactou praticamente todo o mundo, com falências de empresas, desemprego e grave impacto social. E afirma que a crise disseminada no mundo hoje tem sido considerada por especialistas de várias áreas do conhecimento como a mais grave desde 1929.  No Brasil, um país sem políticas universais de proteção social, o impacto econômico atinge principalmente as populações mais necessitadas.

    Assuntos abordados: geopolítica internacional e a estratégia imperial dos Estados Unidos; a berlinda da Constituição de 1988; saúde pública e pós-democracia; reforma das comunicações; desigualdade no Brasil; desestabilização do trabalho; progresso, retrocesso e resistência na América Latina; movimentos e mobilizações sociais no Brasil; capitalismo, democracia e cidadania; civilização ou barbárie; saúde, luta de classes e a Reforma Sanitária Brasileira; SUS e setor privado assistencial; política econômica e saúde pública; a questão agrária no Brasil; as cidades brasileiras e a saúde pública; reforma tributária no Brasil; avaliação no SUS e o produtivismo no capitalismo contemporâneo.

  • Saúde em Debate v. 42 nº especial 2 Análise política em saúde II
    v. 42 n. especial 2 (2018)

    ANÁLISE POLÍTICA EM SAÚDE II

    Trata-se de um número especial da ‘Saúde em Debate’ produto da parceria do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) com o Observatório de Análise Política em Saúde (OAPS), lançado durante a V Oficina de Trabalho do OAPS (Salvador/BA), em um contexto de eleições presidenciais que definem o cenário para desenvolvimento das políticas de saúde e, especialmente, para o Sistema Único de Saúde (SUS).

    Os leitores encontrarão um conjunto de artigos que abordam o processo político em saúde de diversos ângulos, sejam questões gerais relacionadas com a luta pelo direito à saúde, no Brasil e em outros países, sejam aspectos específicos do processo de formulação e implementação de políticas em diversas temáticas, especialmente no que diz respeito à organização do SUS, em nível nacional, estadual e municipal.

    Temas abordados: crise de 2008 e a política de saúde no Brasil; a saúde nas eleições estadudinenses de 2016; gasto público e privado com saúde; tecnologias no SUS; ações judiciais contra a Vigilância Sanitária; política de saúde no Brasil; Política Nacional de Saúde Bucal; atenção pré-natal no Brasil; visitas domiciliares e Agentes Comunitários de Saúde; trabalho em saúde na Atenção Primária à Saúde; Programa Farmácia Popular; serviços farmacêuticos e o paciente com tuberculose; limites do Programa de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB); Programa de Valorização do Profissional da Atenção básica na Bahia; trajetórias tecnológicas em saúde no cuidado da diabetes; saúde bucal na Estratégia Saúde da Família; gestão indireta da atenção hospitalar; saúde do idoso na televisão; inserção de nutricionista em programas de pós-graduação em saúde coletiva; PET-Saúde/GraduaSUS; promoção da saúde no estado da Bahia; implantação da Política de Saúde Bucal; satisfação do usuário nos serviços de saúde; abordagens teórico-metodológicas na análise política em saúde; produção científica sobre análise política em saúde; e saúde no campo e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra.

  • Saúde em Debate v. 42 nº especial 1 30 anos de APS no SUS: estratégias para consolidação
    v. 42 n. especial 1 (2018)

    30 anos de APS no SUS: estratégias para consolidação

    Este número especial da revista ‘Saúde em Debate’ apresenta uma coletânea de artigos produzidos por grupos de pesquisa de instituições de ensino superior participantes da Rede de Pesquisa em Atenção Primária à Saúde (Rede APS), assim como de instituições de ensino superior envolvidas com a coleta de dados para avaliação externa das equipes de atenção básica no âmbito do PMAQ- AB.

    Neste mês, em que comemoramos 30 anos da criação do Sistema Único de Saúde (SUS) pela Constituição Cidadã de 1988 e 40 anos de Alma Ata, o convite ao debate sobre os rumos e desafios da APS no SUS proporcionado é muito bem-vindo e oportuno.

    O número temático reúne temas tais como: Estratégia Saúde da Família como modelo de APS resolutivo; mudanças na Política Nacional de Atenção Básica; resultados do PMAQ-AB; análise espacial da atenção básica no Brasil; cobertura da APS para populações rurais e urbanas; avaliação externa do PMAQ-AB; os Agentes Comunitários de Saúde no Brasil contemporâneo; Núcleo de Apoio à Saúde da Família a partir dos dados do PMAQ; desigualdades intermunicipais no trabalho em saúde bucal; as Práticas Integrativas e Complementares na APS; a graduação em medicina ante os desafios da APS; qualidade da APS no Brasil; financiamento federal da atenção básica; coordenação do cuidado no SUS; conquistas e desafios dos agente comunitários; formação e prática de enfermeiros: avanços, desafios e estratégias; desafios do monitoramento e avaliação da atenção básica; direito à saúde da população do campo, floresta e águas; privatização da saúde; PNAB: cuidado X mercado de saúde; Programa Mais Médicos: produção acadêmica; APS: situação, problema e superação; promoção da saúde na APS; Rede de Pesquisa em APS da Abrasco; documentos: agenda estratégica APS, declaração APS da Alames, Astana/APS; e finaliza com uma resenha do livro ‘Atenção Primária à Saúde: conceitos, práticas e pesquisa.

  • Saúde em Debate v. 42 nº 118 Julho/Setembro
    v. 42 n. 118 (2018)

    O editorial da Saúde em Debate v. 42 nº 118 abre a revista tratando das eleições e dos novos governos: “O processo eleitoral brasileiro de 2018 ocorre sob um clima de extrema tensão política e de fragilidade das instituições democráticas. As eleições que definirão a presidência da República, os governos estaduais, o senado federal e as câmaras legislativas exigem que o Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), mais uma vez, manifeste-se em defesa da democracia, dos direitos humanos e do direito universal à saúde, garantidos há 30 anos pela Constituição Federal”.

     Apresenta temas como: a saúde em Guiné-Bissau; instrumentos de planejamento em saúde; Rede de Urgência e Emergência; prática baseada em evidência na APS; qualidade da atenção básica na perspectiva dos ACS; atenção especializada em Pernambuco; satisfação do usuário em odontologia no Ceará; diagnóstico em saúde mental; apoio matricial em saúde mental; atendimento ao deficiente intelectual; imigração haitiana: histórias, trabalho e saúde; tratamento do câncer de colo de útero; doulas e modelos de assistência obstétrica; tecnologia mHealth; práticas integrativas e complementares na sáude; cuidadores praticantes de equoterapia; sistemas de saúde em tempos de webcontrole; diagnóstico precoce do câncer; Programa Saúde na Escola.

  • Abril/Junho
    v. 42 n. 117 (2018)

    “A questão dos agrotóxicos rompe os limites da ética da preservação da saúde e da vida”. Este é o título do editorial da Saúde em Debate v. 42 nº 117. Trata do Projeto de Lei no 6.299/2002, que facilita a liberação de agrotóxicos, já aprovado em uma Comissão Especial da Câmara dos Deputados e que logo será votado no seu Plenário. A proposta em discussão, além de propor a substituição de terminologias visando atenuar, semanticamente, os riscos destes produtos (de agrotóxicos para defensivos agrícolas), reduz o poder de decisão de órgãos destinados à análise dos riscos ambientais e à saúde humana.

    O Cebes está comprometido com a luta por mais recursos para pesquisas que investiguem esse tipo de problema, gerando informações que contribuam para ampliação da consciência crítica e para a mobilização por mudanças; além do compromisso da revista ‘Saúde em Debate’ na divulgação de resultados de estudos que evidenciem os malefícios à natureza e à saúde desse modelo de desenvolvimento econômico baseado na produção de commodities.

    Este número traz artigos sobre: formas político-jurídicas do Estado no capitalismo contemporâneo; programas de transferência de renda; atenção básica em saúde; organização do trabalho na atenção ao pré-natal; PMAQ  na visão de trabalhadores; doulas e humanização do parto; tuberculose e redes sociais; rede de cuidado às pessoas com deficiência; idosos em instituições de longa permanência; iniciativas do Poder Legislativo para a saúde em Pernambuco; Programa Mais Médicos na mídia; Hans Prinzhorn e a reforma psiquiátrica; agrotóxicos e a saúde humana e ambiental; e uma resenha do livro “The takeover of social policy by finalization: the brazilian paradox”, de Lena Lavinas.

  • Saúde em Debate v. 42 n.116 Janeiro/Março
    v. 42 n. 116 (2018)

    A Saúde em Debate inicia 2018 com seu editorial sobre a luta do Cebes pela justiça social e pela democracia com direitos sociais. O Cebes propõe um debate que parte da constatação de que o golpe de Estado foi engendrado para devolver o Brasil a uma condição subalterna no jogo internacional. A reversão dessa tragédia nacional não virá das classes dominantes, mas das classes e frações de classes que estão sofrendo e sofrerão as consequências do desmonte do Estado brasileiro e da perda de direitos. O Cebes estará junto nessa luta.

    A revista apresenta artigos sobre: retrocessos e riscos da PNAB para o SUS; regionalização do SUS; blocos de financiamento da saúde; hospitais filantrópicos; Estratégia Saúde da Família; Vigilância Epidemiológica; sofrimento mental de professores; reabilitação profissional; LER/Dort; influência raça/cor na obstetrícia; mortalidade infantil no Semiárido brasileiro; depressão em usuários com HIV/Aids; diabetes mellitus na atenção básica; hipertensão arterial na atenção primária; atendimento pré-hospitalar móvel de urgência; processo de trabalho da enfermagem; seringas hipodérmicas de uso único; atenção domiciliar para pacientes oncológicos; PMAQ-AB; cultura das garrafadas; microssistema linguístico de Ivan Illich; vigilância da água; residências terapêuticas; Política Informada por Evidência; vigilância da saúde; cultura organizacional na saúde; transtornos alimentares e obesidade.