Residências Terapêuticas e a cidade: enfrentamentos de normas sociais vigentes

  • José Alberto Roza Junior Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) – São Paulo (SP), Brasil.
  • Ana Maria Loffredo Universidade de São Paulo (USP) – São Paulo (SP), Brasil.
Palavras-chave: Transtornos mentais. Segregação social. Desinstitucionalização. Reparação de danos.

Resumo

O presente artigo propõe um diálogo sobre Residências Terapêuticas e apropriação da cidade a partir do tema da desinstitucionalização de ex-moradores de hospitais psiquiátricos e seu retorno à cidade. O artigo estabelece problematização sobre reparação de danos, além da ruptura da condição de vida desses moradores, o que só parece ser possível quando a loucura ultrapassa a questão da diferença e adentra o âmbito da segregação social, extrapolando em muito o saber psiquiátrico e colocando a existência do louco no interior da realidade compartilhada por todos os fragilizados e segregados das possibilidades de troca social.

Publicado
2018-03-31
Como Citar
Roza Junior, J., & Loffredo, A. (2018). Residências Terapêuticas e a cidade: enfrentamentos de normas sociais vigentes. Saúde Em Debate, 42(116), 287-295. Recuperado de http://revista.saudeemdebate.org.br/sed/article/view/815