Adesão ao tratamento farmacológico da hipertensão arterial na Atenção Primária à Saúde

  • Daiana Meggiolaro Gewehr Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí), Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Atenção Integral à Saúde – Ijuí (RS), Brasil. Universidade de Cruz Alta (Unicruz) – Cruz Alta (RS), Brasil.
  • Vanessa Adelina Casali Bandeira Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí), Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Atenção Integral à Saúde – Ijuí (RS), Brasil. Universidade de Cruz Alta (Unicruz) – Cruz Alta (RS), Brasil.
  • Gabriela Tassotti Gelatti Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí), Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Atenção Integral à Saúde – Ijuí (RS), Brasil. Universidade de Cruz Alta (Unicruz) – Cruz Alta (RS), Brasil.
  • Christiane de Fátima Colet Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí), Departamento de Ciências da Vida – Ijuí (RS), Brasil. Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) – Porto Alegre (RS), Brasil.
  • Karla Renata de Oliveira Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí), Departamento de Ciências da Vida – Ijuí (RS), Brasil. Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) – Porto Alegre (RS), Brasil.
Palavras-chave: Adesão à medicação. Anti-hipertensivos. Atenção Primária à Saúde. Doença crônica.

Resumo

Objetivou-se verificar a adesão ao tratamento farmacológico da hipertensão arterial e fatores associados à baixa adesão em hipertensos adstritos à Atenção Primária à Saúde. Estudo transversal, realizado em duas Estratégias Saúde da Família em um município da região Noroeste do estado do Rio Grande do Sul. A coleta de dados foi realizada em domicílio no período de janeiro a maio de 2016. Para verificar a adesão ao tratamento, utilizou-se o Brief Medication Questionnaire. Participaram do estudo 145 hipertensos de ambos os sexos. Identificaram-se valores pressóricos mais elevados entre os hipertensos com baixa adesão do que entre os aderentes. Em relação à associação de medicamentos anti-hipertensivos, verificou-se que quanto maior o número de medicamentos utilizados, menor a adesão. Os fatores relacionados com a diminuição da adesão foram: baixa renda, uso de dois ou mais anti-hipertensivos e dificuldades para ler a embalagem dos medicamentos.

Publicado
2018-03-31
Como Citar
1.
Gewehr D, Bandeira V, Gelatti G, Colet C, Oliveira K. Adesão ao tratamento farmacológico da hipertensão arterial na Atenção Primária à Saúde. SD [Internet]. 31mar.2018 [citado 13dez.2018];42(116):179-90. Available from: http://revista.saudeemdebate.org.br/sed/article/view/799
Seção
Artigo Original