Sofrimento mental de professores do ensino público

  • Maiza Vaz Tostes Universidade Federal do Paraná (UFPR), Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva – Curitiba (PR), Brasil.
  • Guilherme Souza Cavalcanti de Albuquerque Universidade Federal do Paraná (UFPR), Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva – Curitiba (PR), Brasil.
  • Marcelo José de Souza e Silva Universidade Federal do Paraná (UFPR), Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva – Curitiba (PR), Brasil.
  • Ricardo Rasmussen Petterle Universidade Federal do Paraná (UFPR) – Curitiba (PR), Brasil.
Palavras-chave: Saúde do trabalhador. Estresse psicológico. Professores. Condições de trabalho. Educação.

Resumo

Realizou-se estudo transversal do sofrimento mental com 1.021 professores do ensino público do Paraná. Utilizou-se o Self-Report Questionnaire para distúrbios psíquicos menores, os inventários de ansiedade e depressão de Beck, e questionário sociodemográfico e de morbidade autorreferida. Os testes Qui-quadrado, Exato de Fisher e Kruskal-Wallis foram utilizados na análise dos dados obtidos. Foram encontrados distúrbios psíquicos menores em 75%, depressão em 44% e ansiedade em 70% das pessoas observadas no presente estudo, havendo associação significativa (p<0,05) destes sintomas com o sexo feminino, outras doenças, o fato de levarem trabalho para casa e de trabalharem com o ensino fundamental. O sofrimento mental esteve presente em grande parcela da amostra estudada, apresentando relação com as condições de trabalho.

Publicado
2018-03-31
Como Citar
Tostes, M., Albuquerque, G., Silva, M., & Petterle, R. (2018). Sofrimento mental de professores do ensino público. Saúde Em Debate, 42(116), 87-99. Recuperado de http://revista.saudeemdebate.org.br/sed/article/view/775
Seção
Artigo Original